Recentemente, ao observar o modelo econômico dos jogos de blockchain, quanto mais olho, mais parece que abriram uma torneira de água potável: a produção é puxada ao máximo, e a quantidade de demanda real na piscina não consegue acompanhar, quando a inflação sobe, todo mundo só pensa em "sacar a moeda hoje".


Para ser claro, não é que ninguém joga, é que todos são forçados a trabalhar como se estivessem construindo tijolos, e no final, quanto mais fina a liquidez, mais frágil ela fica, qualquer brisa faz ela desmoronar.

Esses dias, a onda de agentes de IA e negociações automáticas também parecem bastante semelhantes: há quem seja responsável por impulsionar narrativas, e há quem se dedique a aprofundar as interações na cadeia e os limites de permissão.
Os jogos de blockchain são semelhantes, a narrativa pode atrair fluxo, mas se os mecanismos de segurança e recuperação não forem sólidos, quanto maior a produção, mais rápido eles morrem.

O que mais me assusta não é a lentidão, mas a confusão — a lentidão ainda permite revisão e iteração, mas a confusão é quando várias curvas se enfrentam, e no final só resta preencher buracos com dinheiro novo.
De qualquer forma, agora, ao analisar projetos, foco primeiro em "de onde vem a produção, para onde ela vai", o resto fica para depois.
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