
No universo das criptomoedas, a análise entre CREDI e GRT mantém-se um tema de destaque para os investidores. Estes dois projetos distinguem-se de forma clara em termos de capitalização de mercado, cenários de aplicação e evolução de preços, refletindo posicionamentos próprios no contexto dos criptoativos.
CREDI (Credefi): Lançado em 2021, este projeto alternativo de financiamento FinTech afirma-se como elo entre credores em cripto e PME da economia real, oferecendo empréstimos garantidos por ativos reais, incluindo imobiliário e recebíveis futuros.
GRT (The Graph): Desde 2020, The Graph consolidou-se como protocolo descentralizado para indexação e pesquisa de dados em blockchain, servindo predominantemente o ecossistema Ethereum e tornando as consultas de dados mais acessíveis via APIs abertas.
Este artigo analisa o histórico de preços, mecanismos de oferta, adoção institucional, ecossistemas técnicos e projeções futuras, proporcionando uma avaliação completa do valor de investimento de CREDI vs GRT e procurando responder à questão central dos investidores:
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Disclaimer
CREDI:
| Ano | Preço Máximo Previsto | Preço Médio Previsto | Preço Mínimo Previsto | Variação de Preço |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | 0,00166698 | 0,001323 | 0,00083349 | 0 |
| 2027 | 0,001793988 | 0,00149499 | 0,001195992 | 12 |
| 2028 | 0,00231872949 | 0,001644489 | 0,00159515433 | 23 |
| 2029 | 0,0025760920185 | 0,001981609245 | 0,00192216096765 | 48 |
| 2030 | 0,002757409264417 | 0,00227885063175 | 0,001800291999082 | 71 |
| 2031 | 0,002618855146007 | 0,002518129948083 | 0,001913778760543 | 89 |
GRT:
| Ano | Preço Máximo Previsto | Preço Médio Previsto | Preço Mínimo Previsto | Variação de Preço |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | 0,033308 | 0,03028 | 0,0251324 | 0 |
| 2027 | 0,0429219 | 0,031794 | 0,03084018 | 4 |
| 2028 | 0,0549161865 | 0,03735795 | 0,0265241445 | 23 |
| 2029 | 0,048905292345 | 0,04613706825 | 0,04244610279 | 52 |
| 2030 | 0,052748510130225 | 0,0475211802975 | 0,030888767193375 | 56 |
| 2031 | 0,064172601873744 | 0,050134845213862 | 0,046625406048892 | 65 |
CREDI: Destina-se a investidores interessados em soluções alternativas de financiamento e em modelos cripto garantidos por ativos reais. O seu foco em ligar credores em cripto a PME representa potencial de exposição a aplicações de ponte entre DeFi e financiamento tradicional.
GRT: Recomenda-se a investidores focados em infraestrutura blockchain e protocolos de indexação de dados. Sendo uma solução descentralizada ao serviço do ecossistema Ethereum, pode captar quem procura exposição a tecnologia fundacional Web3.
Investidores conservadores: Alocação sugerida de 20-30% em CREDI e 70-80% em GRT, dada a consolidação da GRT em infraestrutura blockchain, em contraste com o modelo emergente da CREDI.
Investidores agressivos: Alocação potencial de 40-50% para CREDI e 50-60% para GRT, permitindo maior exposição ao potencial de crescimento da CREDI mantendo equilíbrio com a GRT.
Instrumentos de cobertura: Diversificação da carteira com reservas em stablecoin, estratégias de opções para proteção face a quedas e análise de correlação entre diferentes segmentos de criptoativos.
CREDI: Liquidez reduzida, comprovada pelo volume de 20 868,61$ em 24 horas, acarreta maior volatilidade e slippage nas ordens. A forte queda de 0,03456$ para 0,001255$ demonstra grande sensibilidade ao sentimento de mercado.
GRT: Com um volume superior (174 727,03$), sofreu uma queda acentuada de 2,84$ para 0,02834245$, evidenciando exposição aos ciclos do mercado cripto e refletindo o atual índice de Medo Extremo (17).
CREDI: A ausência de informação técnica detalhada gera incerteza quanto à evolução do protocolo, escalabilidade e manutenção da rede.
GRT: Como protocolo de indexação, está exposto à dependência de blockchains subjacentes, manutenção da qualidade dos dados e concorrência de soluções alternativas.
Vantagens da CREDI: Exposição à convergência entre DeFi e financiamento de ativos reais, com potencial de valorização pela adoção de modelos alternativos. Responde aos desafios de financiamento das PME com soluções respaldadas por criptoativos.
Vantagens da GRT: Posição consolidada como infraestrutura blockchain via serviços de indexação de dados descentralizados, com possível benefício da expansão Web3. O seu historial desde 2020 reforça a credibilidade no segmento de protocolos descentralizados.
Investidores iniciantes: Sugerem-se posições pequenas e análise aprofundada das propostas de valor dos projetos. É essencial conhecer o perfil de risco e evitar concentração num só ativo, sobretudo num contexto de mercado de Medo Extremo.
Investidores experientes: Devem ajustar a alocação da carteira ao alinhamento estratégico com financiamento alternativo (CREDI) ou infraestrutura blockchain (GRT). Recomenda-se gestão de risco com dimensionamento de posições, stop-loss e reequilíbrio regular.
Investidores institucionais: Devem analisar ambos os ativos no contexto global da carteira, tendo em conta liquidez, enquadramento regulatório e correlação com ativos tradicionais. A análise de governança, tokenomics e sustentabilidade a longo prazo é fundamental.
⚠️ Aviso de risco: O mercado de criptomoedas é altamente volátil. Esta análise não constitui aconselhamento de investimento. Cada investidor deve realizar a sua própria análise, avaliar o seu perfil de risco e consultar especialistas financeiros antes de tomar decisões. O desempenho passado não garante resultados futuros.
P1: Quais as diferenças fundamentais entre CREDI e GRT em termos de casos de uso?
A CREDI foca-se em soluções alternativas de financiamento ao ligar credores em cripto a PME, com garantia de ativos reais; a GRT é um protocolo descentralizado de indexação de dados blockchain. A CREDI cria uma ponte entre DeFi e o financiamento das PME, oferecendo empréstimos garantidos por imobiliário e recebíveis futuros desde 2021. Já a GRT desempenha o papel de infraestrutura desde 2020, fornecendo indexação e pesquisa de dados sobretudo para o Ethereum, através de APIs abertas. Assim, a CREDI posiciona-se no setor de empréstimos DeFi e a GRT na infraestrutura Web3.
P2: Qual dos ativos revela melhor liquidez segundo os dados atuais?
A GRT apresenta liquidez muito superior, com um volume em 24 horas de 174 727,03$, contra 20 868,61$ da CREDI (a 3 de fevereiro de 2026). Esta diferença indica maior profundidade e facilidade para entrar ou sair de posições na GRT, com menor risco de slippage. Já a menor liquidez da CREDI implica maior volatilidade de preço e potenciais dificuldades de execução, sobretudo em volumes elevados. A liquidez é assim um fator a ponderar na definição de tamanho de posição e estratégia de saída.
P3: Como evoluíram os preços históricos desde o lançamento de cada ativo?
Ambos registaram quedas expressivas a partir dos máximos. A GRT chegou ao topo de 2,84$ em maio de 2024 e caiu para 0,02834245$ a 1 de fevereiro de 2026 (aprox. -99%). A CREDI atingiu 0,03456$ em maio de 2024 e desceu para 0,001255$ a 2 de fevereiro de 2026 (-96%). Apesar de lançamentos em momentos diferentes (GRT 2020, CREDI 2021), ambas seguiram trajetórias descendentes semelhantes no ciclo recente, ainda que partindo de patamares distintos.
P4: Quais os riscos principais de cada ativo?
A CREDI enfrenta riscos ligados ao modelo de financiamento alternativo, como exposição regulatória, limitação de documentação técnica sobre upgrades do protocolo e baixa liquidez, com maior volatilidade. A GRT assume riscos técnicos de dependência de blockchains subjacentes, concorrência de alternativas e incerteza regulatória em privacidade e prestação de serviços descentralizados. Ambos permanecem expostos aos ciclos do mercado cripto, como revela o atual índice de Medo Extremo (17).
P5: Que estratégias de alocação podem ser adequadas a diferentes perfis de investidor?
Para perfis conservadores, sugere-se 20-30% para CREDI e 70-80% para GRT, privilegiando a robustez da GRT face ao caráter emergente da CREDI. Perfis mais agressivos podem ponderar 40-50% em CREDI e 50-60% em GRT, aceitando maior exposição ao potencial de valorização da CREDI. Em qualquer cenário, a gestão de risco deve envolver dimensionamento adequado das posições, reservas em stablecoin para estabilidade e reequilíbrio regular de acordo com o mercado e a situação financeira individual.
P6: O que sugerem as previsões de preços 2026-2031 sobre o potencial de crescimento?
As projeções apontam para trajetórias diferenciadas. Para a CREDI, o cenário conservador vai de 0,00083349$ em 2026 até 0,001800291999082$ em 2030, sugerindo valorização gradual. Para a GRT, de 0,0251324$ em 2026 até 0,030888767193375$ em 2030, indicando expansão moderada. Os cenários otimistas apontam para 0,002757409264417$ na CREDI e 0,064172601873744$ na GRT em 2030. Estas previsões dependem de múltiplos fatores, incluindo adoção institucional e contexto macroeconómico, não constituindo garantias de evolução futura.
P7: Os investidores iniciantes devem dar prioridade à CREDI ou à GRT?
Os investidores iniciantes devem abordar ambos os ativos com prudência e posições reduzidas, realizando análise fundamental aprofundada. Não há prioridade clara sem considerar o perfil de risco individual e objetivos de investimento. A GRT apresenta maior historial e liquidez, o que pode facilitar operações, mas o ambiente de Medo Extremo e as quedas históricas justificam o foco na formação, gestão de risco e diversificação antes de investir montantes significativos.
P8: De que forma podem os fatores macroeconómicos impactar CREDI e GRT?
O contexto macroeconómico pode afetar ambos de forma distinta. O modelo de financiamento da CREDI, ao ligar cripto ao segmento PME, é sensível a alterações nas taxas de juro, condições do crédito e saúde das pequenas empresas. A GRT, enquanto infraestrutura, está mais dependente das tendências de adoção blockchain, atividade de desenvolvimento e crescimento do ecossistema Web3, influenciados por ciclos de investimento tecnológico e apetite pelo risco. Ambos são afetados por inflação, alterações políticas e fatores internacionais, sendo necessário acompanhamento contínuo da evolução do mercado.











