O que é um Token Generation Event?

2026-02-08 06:10:36
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Fique a conhecer os Token Generation Events (TGE) através deste guia abrangente. Descubra o que são os TGE, como funcionam, as diferenças fundamentais face aos ICO, os princípios de tokenomics, os passos para participação e os riscos e benefícios essenciais para investidores em cripto na Gate.
O que é um Token Generation Event?

O que é um Token Generation Event?

O crescimento acelerado do ecossistema das criptomoedas tem levado ao lançamento diário de novos tokens. Neste cenário, é comum deparar-se com o termo “Token Generation Event” (TGE). Embora, por vezes, seja usado como sinónimo de “venda de tokens” ou “Initial Coin Offering” (ICO), importa distinguir que cada conceito tem um significado e implicações próprios.

Um Token Generation Event, ou TGE, corresponde ao momento em que um novo token de criptomoeda é disponibilizado a uma comunidade de compradores pela primeira vez, normalmente através do site oficial do projeto ou de uma plataforma de exchange. O objetivo principal de um TGE é angariar fundos para um projeto baseado em blockchain. Estes eventos são essenciais para divulgar o projeto, envolver a comunidade cripto e captar o capital necessário ao desenvolvimento e crescimento.

Os TGEs são hoje um mecanismo central na indústria blockchain, funcionando como elo de ligação entre criadores de projetos e potenciais investidores. Proporcionam aos primeiros apoiantes a oportunidade de adquirir tokens a preços competitivos, ao mesmo tempo que viabilizam o financiamento dos projetos para concretizar a sua visão.

Diferença entre um token e uma coin

Antes de abordar os TGEs em profundidade, é importante compreender a diferença entre uma coin de criptomoeda e um token, ponto essencial para entender o funcionamento do ecossistema.

Uma coin é um ativo digital que utiliza a sua própria blockchain. Por exemplo, o Bitcoin (BTC) é a moeda nativa da blockchain Bitcoin, enquanto o Ether (ETH) é a moeda nativa da Ethereum. Estas coins são o principal meio de troca e de reserva de valor nas respetivas redes.

Um token, por sua vez, é um ativo digital criado sobre uma infraestrutura blockchain já existente, recorrendo aos standards e protocolos definidos pelos smart contracts dessa blockchain. Os tokens ERC-20, criados na Ethereum com o standard ERC-20, são exemplo disso. Estes tokens tiram partido da segurança e funcionalidades da blockchain de base, servindo finalidades próprias nos seus projetos ou ecossistemas.

Esta distinção é relevante porque determina como estes ativos são criados, distribuídos e regulamentados. Os tokens beneficiam da infraestrutura do blockchain de acolhimento, o que pode reduzir custos de desenvolvimento e acelerar o lançamento no mercado.

TGE vs. ICO: qual é a diferença?

Ainda que TGE e ICO sejam, por vezes, utilizados como equivalentes, existem diferenças legais e práticas importantes que criadores de projetos e investidores devem conhecer.

ICO significa Initial Coin Offering. Tal como os TGEs, o objetivo de uma ICO é captar financiamento para um projeto blockchain e listar o token em exchanges para negociação pública. Contudo, em dezembro de 2017, a Securities and Exchange Commission (SEC) dos EUA passou a classificar muitos tokens distribuídos em ICO como valores mobiliários.

Nessa altura, o presidente da SEC, Jay Clayton, afirmou:

“… um token constitui um contrato de investimento e, por conseguinte, é considerado um valor mobiliário ao abrigo das leis federais dos valores mobiliários. Em concreto, concluímos que uma oferta de tokens representa um investimento de capital numa empresa comum, com a expectativa razoável de lucros resultantes dos esforços de terceiros empreendedores ou de gestão.”

Esta decisão impactou profundamente o setor. As ICO passaram a estar sujeitas a rigorosos requisitos legais e podiam enquadrar-se na legislação de valores mobiliários dos EUA, exigindo medidas de compliance, documentação legal e supervisão acrescidas. O resultado foi um aumento significativo de custos e complexidade nos processos de ICO.

Face a este contexto, a maioria dos projetos e startups blockchain passou a denominar as operações de angariação de fundos como TGEs. A diferença está na forma como os projetos estruturam os tokens para evitar a sua qualificação como valores mobiliários. Ao conceber tokens com funções de utilidade, e não de investimento, é possível, muitas vezes, evitar as restrições legais associadas às ICO. Por isso, os TGEs tendem a ser mais simples e menos dispendiosos do que as ICO tradicionais.

Como funciona um TGE?

Os Token Generation Events têm semelhanças com as Initial Coin Offerings, mas apresentam diferenças relevantes na estrutura e execução. Conhecer as etapas típicas de um TGE permite aos participantes tomar decisões mais informadas.

No lançamento de um TGE, a equipa do projeto gera tokens numa blockchain e coloca-os à venda para potenciais investidores em diferentes canais. Geralmente, o processo é desenhado para ser transparente e acessível, com várias fases para diferentes perfis de investidores.

A estrutura do TGE pode incluir várias rondas para maximizar a captação de fundos e criar dinamismo. Normalmente, começa com uma ronda privada (“presale”), onde uma quantidade limitada de tokens é vendida a investidores como fundos de capital de risco, investidores anjo ou parceiros estratégicos. Esta fase serve para angariar fundos para o evento principal e marketing, e reforçar a credibilidade do projeto. Os participantes na presale podem beneficiar de preços de token mais baixos, direitos de voto exclusivos ou condições preferenciais.

Concluída a venda privada, segue-se a fase principal do TGE. Aqui, os tokens são disponibilizados a membros da comunidade previamente aprovados através de uma whitelist, numa plataforma ou Launchpad. O processo de whitelisting assegura o cumprimento dos requisitos legais e a verificação dos participantes. Após a venda pública, o próximo passo é listar o token em exchanges centralizadas ou descentralizadas, onde todos os interessados podem comprar e vender tokens.

A escolha da exchange é estratégica e pode determinar o sucesso do projeto. A listagem numa exchange reconhecida aumenta a visibilidade, credibilidade e exposição a investidores. Para além disso, fatores como pares de negociação, liquidez e facilidade de transação influenciam a adoção e o sucesso de qualquer novo token.

Utility Tokens vs. Security Tokens

A distinção entre utility tokens e security tokens é das mais relevantes do setor, pois tem impacto direto em termos legais e práticos.

Security Tokens

Security tokens são ativos digitais cujo valor deriva de um ativo subjacente, como ouro, ações, imóveis ou outros instrumentos financeiros. Estes tokens representam uma participação ou propriedade num ativo real e aproximam a tecnologia blockchain das finanças tradicionais.

Por exemplo, se quiser investir em ouro sem lidar com a posse física, pode investir num security token cujo valor segue o preço do ouro real. Neste caso, não detém ouro físico, mas sim uma representação digital, mais fácil de negociar e armazenar em blockchain.

Os security tokens podem atribuir direitos como voto em decisões empresariais, recebimento de dividendos ou venda a terceiros em mercados secundários. Dado que representam direitos patrimoniais ou financeiros, têm de ser registados junto de reguladores como a SEC e estão sujeitos à legislação federal de valores mobiliários. Esta proteção ao investidor implica também obrigações de compliance para os emitentes.

Utility Tokens

Os utility tokens têm uma função distinta. Servem para dar acesso a produtos, serviços ou funcionalidades dentro de uma plataforma ou ecossistema. Ao contrário dos security tokens, não dão direitos sobre ativos nem dividendos ou participação em lucros.

Os utility tokens podem ser usados para aceder a aplicações descentralizadas (dApps), obter descontos em serviços, pagar taxas ou participar em decisões de governança. Embora não confiram propriedade, podem ter valor monetário relevante, associado à procura pela sua utilidade e ao dinamismo do ecossistema.

Se forem usados para a sua finalidade de utilidade e não como investimento, os utility tokens não costumam ser abrangidos pela legislação de valores mobiliários. Por isso, são atrativos para projetos que pretendem evitar a complexidade da legislação financeira.

Regulação de Security Tokens e Utility Tokens

Nem sempre é claro distinguir utility de security tokens, pois a classificação depende da forma como o token é apresentado, utilizado e das expectativas criadas nos compradores. Por vezes, um token lançado como utility pode ser posteriormente considerado security token se passar a ser usado sobretudo como instrumento de investimento.

Para apurar se um token é valor mobiliário, a SEC usa o Howey Test, definido pelo Supremo Tribunal dos EUA no caso SEC v. W.J. Howey Co. Este teste avalia se existe contrato de investimento entre o emitente do token e os compradores. Se o token cumprir os quatro critérios do Howey Test, será considerado valor mobiliário. Os critérios são:

  1. Investimento de capital: Existe um investimento de dinheiro ou ativos numa empresa comum. Ou seja, os participantes contribuem esperando obter algo em troca.

  2. Expectativa de lucros: Os investidores têm uma expectativa razoável de obter lucros. Isto distingue o investimento da simples compra de bens ou serviços.

  3. Empresa comum: O investimento é numa empresa comum, pelo que o sucesso dos investidores depende do sucesso global do projeto.

  4. Esforços de terceiros: Os lucros potenciais devem resultar sobretudo do trabalho de terceiros, como promotores ou gestores, e não dos próprios investidores. Este ponto distingue contratos de investimento de parcerias empresariais.

Cumprir a legislação federal de valores mobiliários é um processo demorado, complexo e dispendioso, implicando documentação, registo e reporte contínuo. Por isso, muitos projetos optam por vendas de utility tokens, mais rápidas e económicas. Contudo, esta via implica menos transparência e proteção para os investidores em comparação com security tokens, sujeitos a regras de divulgação e salvaguardas mais exigentes.

Tokenomics e distribuição

Tokenomics, combinação dos termos “token” e “economics”, designa o sistema económico e os princípios que regem a criação, distribuição, utilização e comportamento dos tokens em plataformas blockchain e respetivos ecossistemas. Engloba todos os aspetos do papel do token como instrumento económico no seu ambiente nativo.

Uma tokenomics bem desenhada visa criar um modelo económico sustentável e equilibrado, capaz de suportar o crescimento e adoção sustentados. Deve incentivar comportamentos desejados, fomentar a adoção e a diversidade de utilizações do token, e alinhar os interesses de developers, utilizadores, investidores e validadores.

Um modelo de tokenomics robusto abrange aspetos como o fornecimento total de tokens (fixo ou variável), mecanismos de distribuição justa, definição da utilidade e casos de uso do token, estruturas de governança para tomada de decisão, mecanismos de inflação ou deflação para gestão da oferta e fatores que influenciam a valorização do token.

O design da tokenomics varia consoante o produto ou serviço, o público-alvo, a concorrência e os objetivos a longo prazo. É necessário equilibrar incentivos aos early adopters e a sustentabilidade, garantir liquidez mas evitar volatilidade excessiva, e recompensar os contribuidores sem provocar centralização das detenções de tokens.

Como participar num TGE?

Participar num Token Generation Event pode ser uma oportunidade interessante para early supporters de projetos blockchain, mas exige preparação e rigor. Apesar de cada projeto poder ter detalhes próprios, o processo de participação segue normalmente um conjunto de etapas comuns. Eis o que considerar:

Pesquisa e due diligence

O sucesso de qualquer investimento depende de uma pesquisa e análise rigorosas. Antes de investir num TGE, estude detalhadamente o projeto. Leia o whitepaper, que deve explicar a arquitetura técnica, o modelo de negócio, o roadmap e a tokenomics. Consulte o site oficial e a documentação disponível, como especificações técnicas, percurso da equipa e parcerias.

Analise os objetivos do projeto, a experiência e credibilidade da equipa, a tecnologia e as vantagens competitivas, bem como o modelo económico do token. Avalie os potenciais benefícios e riscos. Esteja atento a sinais de alerta como equipas anónimas, promessas irrealistas, falta de documentação técnica ou ausência de utilidade clara para o token.

Concluir o processo de whitelisting

A maioria dos TGEs atuais utiliza whitelisting, ou seja, a equipa do projeto cria uma lista de endereços de carteira aprovados para participar. Serve vários objetivos: compliance legal, prevenir manipulação automática e criar uma comunidade ativa.

Para integrar a whitelist, os participantes podem ter de cumprir requisitos definidos pelo projeto, como seguir as redes sociais, juntar-se aos canais de Discord ou Telegram, partilhar conteúdos, convidar amigos ou completar processos de verificação KYC. Alguns projetos exigem ainda que detenha certos ativos ou realize quizzes sobre o projeto.

Adquirir as criptomoedas necessárias

Na maioria dos TGEs, só é possível contribuir com criptomoedas. Como muitos tokens são lançados em Ethereum, é usual exigir Ether (ETH), mas podem ser aceites outros criptoativos como Bitcoin (BTC), stablecoins (USDT, USDC) ou tokens de outras blockchains.

Antes do TGE, garanta que detém a quantidade necessária da criptomoeda pretendida. Compre numa exchange de confiança e assegure-se de que as transações são confirmadas atempadamente na blockchain.

Transferir os ativos cripto para a sua carteira

Esta etapa é fundamental e frequentemente negligenciada. Quase todos os TGEs não permitem participação com carteiras de exchange, pois são custodiais — a exchange detém as chaves privadas. Para receber tokens, tem de usar um endereço sob seu controlo exclusivo.

Transfira, por isso, os ativos para uma carteira pessoal, não custodial — por exemplo, hardware wallets como Ledger ou Trezor, software wallets como MetaMask ou Trust Wallet, ou outras soluções recomendadas pelo projeto.

Se enviar fundos diretamente do endereço da exchange para o smart contract do TGE, arrisca-se a perder os ativos, pois os tokens não podem ser distribuídos para endereços que não controla.

Enviar a contribuição para o endereço do smart contract do TGE

Com os fundos na carteira pessoal e após o arranque do TGE, envie a contribuição para o endereço de smart contract indicado oficialmente. Confirme sempre o endereço através dos canais oficiais do projeto.

Após transferir o montante correto, deverá receber confirmação do sucesso da operação. Só envie fundos para endereços oficiais e verificados — qualquer erro é irreversível e implica perda dos fundos.

É nesta fase que ocorrem mais tentativas de fraude. Nunca envie fundos para endereços recebidos por email ou mensagem privada em redes sociais, mesmo que aparentem ser do projeto. Os ataques de phishing e a usurpação de identidade são comuns.

Confirme sempre o URL do site do TGE, valide certificados SSL, verifique a ortografia do domínio e compare o endereço com os anúncios oficiais nas redes sociais do projeto.

Distribuição dos tokens

Depois do TGE, a equipa do projeto distribui os tokens para as carteiras dos participantes. O timing e método variam: alguns TGEs distribuem imediatamente, outros aplicam vesting, libertando os tokens gradualmente para evitar dumping e incentivar holding.

Siga as instruções do projeto para o claim e receção dos tokens. Nalguns casos, é necessário claim manual; noutros, a distribuição é automática. Confirme a data de distribuição e verifique se recebeu o número correto de tokens.

Mantenha sempre rigor e cautela, faça a sua própria pesquisa, desconfie de promessas irrealistas e esteja atento a potenciais fraudes antes de participar em qualquer TGE.

Riscos e benefícios dos TGEs

Participar num Token Generation Event implica ponderar potenciais ganhos e riscos relevantes. Conhecer ambos é fundamental para decisões de investimento informadas.

Benefícios dos TGEs

Acesso antecipado: Participar num TGE dá acesso aos tokens antes da listagem em exchanges, normalmente a preços mais baixos. Se o projeto for bem-sucedido, o valor do token pode crescer bastante, beneficiando os primeiros participantes.

Utilidade do token: Os tokens adquiridos podem permitir acesso a serviços, produtos ou funcionalidades exclusivas da plataforma. Com o crescimento do projeto, a utilidade e o valor do token podem aumentar, gerando procura orgânica.

Envolvimento comunitário e direitos: Os participantes de um TGE integram normalmente o núcleo da comunidade do projeto, com privilégios de early supporter. Podem interagir com a equipa, dar feedback e, muitas vezes, votar em mecanismos de governança.

Diversificação do investimento: Participar em TGEs selecionados permite diversificar o portefólio de criptomoedas e obter exposição a projetos inovadores. Assim, pode reduzir o risco global e aumentar o potencial de retorno.

Riscos dos TGEs

Incerteza regulatória: O enquadramento legal das criptomoedas é complexo e variável. Mudanças legislativas podem afetar projetos ou tokens, criando restrições, penalizações ou até o encerramento do projeto. Ações regulatórias podem afetar significativamente o valor do token.

Viabilidade do projeto: Muitos TGEs são promovidos por startups com historial limitado e modelos não testados. O projeto pode não cumprir as promessas ou enfrentar dificuldades técnicas, operacionais ou financeiras, levando à perda do investimento.

Volatilidade do mercado: Os preços dos tokens podem oscilar fortemente, refletindo o sentimento do mercado, novidades do projeto ou fatores externos. O valor pode cair drasticamente após o TGE.

Falta de liquidez: Os tokens obtidos podem ter pouca liquidez, dificultando ou impossibilitando a venda imediata. A baixa liquidez pode provocar slippage elevado nas ordens.

Vulnerabilidades de segurança: Os TGEs são alvo de hackers e burlões. O setor já registou múltiplos casos de phishing, sites falsos, ataques a smart contracts e “rug pulls”. É fundamental adotar práticas de segurança rigorosas durante todo o processo.

Face a estes riscos, investigue sempre, adapte o investimento ao seu perfil de risco e nunca invista valores que não pode perder. Avalie os fundamentos do projeto, a equipa, a viabilidade técnica e o potencial de mercado antes de investir.

Os TGEs vão substituir as ICO?

Os Token Generation Events afirmaram-se como alternativa regulatória às Initial Coin Offering no universo cripto. A transição das ICO para TGEs reflete a resposta do setor a maior escrutínio regulatório e à necessidade de mecanismos de financiamento mais alinhados com a legislação.

A distinção entre ICO e TGE é ainda debatida na comunidade e entre reguladores, mas os TGEs já são um marco importante no ciclo de vida dos projetos blockchain. A preferência por TGEs resulta de um posicionamento legal mais favorável e da flexibilidade para estruturar ofertas centradas na utilidade dos tokens.

Com a maturação do mercado cripto e o clarificar dos quadros legais, é provável que os TGEs mantenham relevância para projetos que pretendam captar capital, envolver comunidades e distribuir tokens. Para especuladores e utilizadores que procuram acesso antecipado e utilidade, os TGEs continuam a ser uma oportunidade — desde que abordados com prudência e análise rigorosa.

Perguntas Frequentes

O que é um Token Generation Event (TGE)?

Token Generation Event (TGE) é o processo de criação e distribuição de uma nova criptomoeda ou token ao público. Representa um marco relevante para projetos blockchain, assinalando a entrada oficial do token no mercado.

Qual a diferença entre Token Generation Event e ICO?

O TGE centra-se na criação e distribuição de tokens para o desenvolvimento do ecossistema, enquanto a ICO privilegia a angariação de fundos pela venda de tokens. O TGE pode existir de forma independente ou como parte de uma ICO, sendo mais transparente e dinâmico do que as vendas de tokens a preço fixo das ICO.

O que é necessário para participar num TGE? Como participar?

Para participar num TGE, detenha créditos de plataforma e registe-se na plataforma oficial do TGE. Durante o evento, comprometa os créditos para comprar tokens ao preço definido. Complete verificação KYC, se exigida, e faça claim dos tokens atribuídos após o evento.

Quando podem ser desbloqueados e negociados os tokens adquiridos num TGE?

Os tokens adquiridos num TGE podem ser desbloqueados e negociados após o período de vesting. Cada projeto define a duração do vesting, que começa normalmente na data do token generation event.

Que riscos considerar ao participar num TGE?

Participar em TGEs envolve riscos regulatórios e elevada volatilidade. Os tokens novos tendem a oscilar fortemente. A evolução do mercado pode afetar o valor e a liquidez do token.

O que acontece ao preço do token após o TGE?

O preço do token após o TGE oscila em função da procura e do volume de negociação. Preços iniciais podem ser influenciados por mecanismos Bonding Curve, mas o preço final é definido pelo mercado e pelo sentimento dos investidores.

* As informações não se destinam a ser e não constituem aconselhamento financeiro ou qualquer outra recomendação de qualquer tipo oferecido ou endossado pela Gate.
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