

Em 2025, a equipa da Vertus lançou a Vertus (VERT), com o objetivo de eliminar a complexidade e as barreiras de acesso das finanças descentralizadas ao público geral. Enquanto carteira custodial na blockchain TON, integrada diretamente no Telegram, a Vertus assume um papel central na democratização do DeFi e na adoção do web3.
Em 2026, a Vertus consolidou-se como um ecossistema em expansão no universo TON, contando com 143 332 detentores e uma comunidade ativa dedicada a simplificar o acesso ao cripto. Este artigo aprofunda a análise da sua arquitetura técnica, desempenho de mercado e potencial de crescimento.
A Vertus foi desenvolvida pela sua equipa em 2025, com o intuito de ultrapassar a complexidade dos processos cripto e os obstáculos à adoção generalizada das finanças descentralizadas. Surgiu num momento de expansão do ecossistema TON e crescente integração de serviços cripto em plataformas de mensagens, pretendendo oferecer acesso intuitivo às tecnologias web3 através de interfaces familiares como o Telegram. O lançamento da Vertus abriu novas oportunidades para utilizadores tradicionais interessados no universo das criptomoedas e do DeFi.
Com o apoio da equipa de desenvolvimento e da comunidade TON, a Vertus continua a melhorar a experiência do utilizador, a segurança e as suas aplicações práticas.
A Vertus opera sobre a blockchain TON, uma rede descentralizada de computadores (nós) distribuídos mundialmente, sem controlo de entidades bancárias ou governamentais. Estes nós validam transações em conjunto, garantindo transparência, resiliência e autonomia para os utilizadores.
A infraestrutura TON da Vertus é um registo digital público e imutável, onde todas as transações ficam registadas. As transações são agrupadas em blocos, ligados por hashes criptográficos, formando uma cadeia segura. Qualquer utilizador pode consultar este registo, o que promove confiança sem necessidade de intermediários. A arquitetura da TON privilegia rapidez, escalabilidade e segurança, suportando a facilidade de uso da Vertus nas operações cripto.
A Vertus utiliza o consenso Proof-of-Stake (PoS) da blockchain TON para validar transações e evitar fraudes, como o double-spending. Os validadores garantem a segurança da rede ao fazer staking de tokens TON e processar transações, sendo recompensados por isso. Entre as inovações, destaca-se a alta capacidade de processamento e baixa latência, permitindo experiências eficientes no Telegram.
A Vertus recorre à criptografia de chave pública e privada para garantir a segurança das transações:
Este sistema protege os fundos e assegura privacidade pseudónima nas operações. Enquanto carteira custodial, a Vertus gere as chaves dos utilizadores, priorizando a simplicidade sem comprometer a segurança dos ativos.
Em 04 de fevereiro de 2026, a oferta circulante da Vertus é de 549 840 000 VERT, num total de 1 200 000 000 VERT emitidos. O volume circulante equivale a cerca de 45,82% do total, enquanto não existe um limite máximo, revelando um modelo potencialmente inflacionário. Novos tokens entram no mercado através dos mecanismos de distribuição do projeto, que afetam a dinâmica da oferta e procura do VERT no ecossistema TON.
A Vertus atingiu o seu máximo histórico de 0,0295$ em 17 de janeiro de 2025, impulsionada pelo entusiasmo inicial após a listagem e integração na blockchain TON. O valor mais baixo, 0,00045$, registou-se em 25 de fevereiro de 2025, refletindo a correção do mercado e a volatilidade do setor cripto. Estes movimentos mostram a sensibilidade do token ao sentimento de mercado, à adoção no DeFi ligado ao Telegram e a fatores externos que impactam o ecossistema TON.
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O ecossistema da Vertus engloba diversas aplicações:
A Vertus utiliza a infraestrutura de velocidade, escalabilidade e segurança da blockchain TON para proporcionar experiências cripto acessíveis.
Esta base tecnológica apoia a missão da Vertus de aproximar utilizadores tradicionais das finanças descentralizadas.
A Vertus enfrenta vários desafios:
Estes fatores marcam o debate interno da comunidade e orientam as prioridades de desenvolvimento da plataforma.
A comunidade Vertus é altamente participativa, contando com 143 332 detentores integrados no ecossistema.
A integração da plataforma no Telegram promove o contacto direto e facilita o acesso dos utilizadores.
Funcionalidades como mineração de VERT e carteira reforçam o envolvimento no ambiente TON.
Na plataforma X, os debates apresentam diversas perspetivas:
As discussões concentram-se na estratégia da Vertus para simplificar processos cripto complexos para o público em geral.
Os utilizadores do X abordam temas como o modelo custodial da Vertus, acessibilidade DeFi e integração com a blockchain TON,
refletindo o interesse em projetos que facilitam a entrada no mercado cripto.
A Vertus aposta na adoção cripto através de carteiras integradas no Telegram, garantindo acessibilidade, interface intuitiva e integração DeFi sobre a blockchain TON.
A comunidade de detentores, os recursos de documentação e a presença de mercado destacam-na no panorama das plataformas acessíveis.
Apesar de enfrentar volatilidade de mercado e desafios de adoção, a aposta na simplificação e integração posiciona a Vertus como referência na discussão sobre a redução de barreiras ao cripto.
Se procura oportunidades DeFi ou uma entrada facilitada no setor, a Vertus representa uma solução a acompanhar no universo das carteiras custodiais.
O VERT é desenvolvido na blockchain TON, oferecendo rapidez e segurança superiores. Destacam-se a carteira intuitiva, experiência de mineração eficiente e integração com aplicações descentralizadas para operações cripto simplificadas.
Adquira VERT em bolsas descentralizadas (DEX) ligando a sua carteira cripto. Para armazenamento, opte por carteiras hardware ou soluções cripto seguras, garantindo máxima proteção. A negociação em DEX permite transações diretas entre pares, sem intermediários.
O VERT revela movimentos de preço voláteis e liquidez de mercado moderada. O volume de negociação permanece estável, proporcionando liquidez suficiente aos intervenientes. O preço é influenciado pela procura e pelo panorama global do setor cripto.
O VERT foi concebido para aplicações DeFi, ao passo que o Bitcoin se foca em pagamentos e reserva de valor, e o Ethereum em contratos inteligentes e aplicações descentralizadas. O VERT oferece funcionalidades especializadas para casos de uso DeFi concretos.
O VERT implica risco de volatilidade, eventuais manipulações de mercado e incerteza regulatória. Os investidores devem acompanhar o mercado e conhecer os fundamentos do token antes de investir.
O roteiro do VERT prevê atualizações técnicas e expansão de mercado, com crescimento significativo expectável entre 2025 e 2030. A análise especializada antecipa valorização progressiva e perspetivas sólidas para o desenvolvimento a longo prazo.











