Nos últimos anos, com a maturação do mercado cripto, os utilizadores têm dado cada vez mais prioridade à segurança dos ativos. Atualmente, mais investidores procuram controlar diretamente os seus ativos, sem abdicar da conveniência na negociação. Neste cenário, a gestão de ativos em regime de autocustódia afirmou-se como uma tendência-chave no setor, sendo que a introdução do Gate Safe pela Gate representa uma inovação relevante neste segmento.
As contas centralizadas tradicionais oferecem conveniência, mas obrigam os utilizadores a confiarem integralmente os seus ativos à plataforma, limitando o controlo direto sobre os fundos. Qualquer anomalia ou falha na conta pode traduzir-se em riscos significativos.
Por isso, cada vez mais utilizadores optam por soluções de autocustódia que conciliam conveniência e segurança—pretendendo manter o controlo dos ativos sem a complexidade da gestão das chaves privadas.
O principal desafio das carteiras tradicionais reside no armazenamento da chave privada num único ponto. Se a chave privada for comprometida ou perdida, as perdas de ativos são irreversíveis. O Gate Safe utiliza tecnologia MPC (Multi-Party Computation) para dividir a chave privada em vários fragmentos, armazenando-os em diferentes nós.
Assim, nenhum nó isolado consegue reconstruir a chave privada completa, o que reduz substancialmente os riscos de hacking e de perda do dispositivo.
O Gate Safe adota um mecanismo de assinatura 2-de-3, sendo que os fragmentos de chave ficam distribuídos pelo dispositivo do utilizador, pelo sistema Gate e por um nó de terceiros. Todas as transações exigem autorização explícita do utilizador para avançar.
A plataforma e o terceiro atuam apenas como parceiros de segurança—não conseguem movimentar fundos de forma autónoma. Esta arquitetura garante que o utilizador mantém sempre o controlo total dos seus ativos.
Outro aspeto essencial da segurança dos ativos é a proteção contra atividades anómalas. O Gate Safe introduz um mecanismo de liquidação diferida de 48 horas para transferências.
Caso o utilizador detete atividade suspeita, pode bloquear a transação durante este período, prevenindo eficazmente possíveis perdas de ativos. Esta funcionalidade é especialmente relevante para contas de elevado valor, criando uma barreira de segurança adicional.
Atualmente, os ativos dos utilizadores estão frequentemente espalhados por várias redes blockchain, o que aumenta a complexidade na gestão das carteiras. O Gate Safe permite gerir de forma unificada e segura ativos multi-chain, dispensando a necessidade de estratégias de segurança separadas para cada rede.
Este quadro de segurança unificado torna a gestão de ativos mais eficiente e robusta.
À medida que as aplicações Web3 se multiplicam, as expectativas dos utilizadores relativamente à segurança dos ativos continuam a crescer. O lançamento do Gate Safe marca a evolução da plataforma de simples prestador de serviços de trading para fornecedor de infraestrutura de segurança essencial.
No futuro, a gestão de ativos deixará de depender apenas da custódia da plataforma e passará a basear-se na autonomia do utilizador, aliada a tecnologias avançadas de segurança da plataforma. O Gate Safe está a assumir um papel central nesta transformação, estabelecendo um novo padrão de referência para a segurança de ativos Web3 em todo o setor.





