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9.5 bilhões de contratos liquidados, investidores de varejo 2,25 vezes mais expostos do que as instituições recuando, análise de dados sugere que o Bitcoin pode continuar a cair
Na última sexta-feira, o pilar macroeconómico do mercado global de criptomoedas foi completamente destruído. Sob a pressão dupla do retorno do fantasma de aumento de juros pelo Federal Reserve e da crise energética no Médio Oriente, o Bitcoin (BTC) entrou numa trajetória de queda extremamente brutal. Em 24 horas, o preço do BTC caiu unilateralmente 2,78%, fixando-se num valor extremamente negativo de 67.598 dólares. Com esta onda de venda em cascata que deixou os investidores de longo prazo desesperados, o mercado de derivativos está a protagonizar uma verdadeira carnificina de liquidações em cadeia. Segundo os dados mais recentes do Coinglass, sob a pressão de um volume de contratos de 66,053 bilhões de dólares, o total de liquidações de contratos em 24 horas atingiu 108 milhões de dólares. Entre eles, os longs que tentaram resistir abaixo de 70.000 enfrentaram uma limpeza massiva, com liquidações diárias de longs no valor assustador de 900 milhões de dólares, enquanto as liquidações de shorts foram de apenas 124,317 milhões de dólares. Diante deste cenário de queda, com quase um bilhão de dólares em longs destruídos, ao analisarmos os dados de cadeia de baixo nível das principais plataformas, percebemos que a queda do mercado é apenas o começo, não o fim!
👉Colapso da lógica macro e visão do buraco negro de liquidez: Bitcoin abaixo de 70 mil
Primeiro, é fundamental separar completamente a análise dos gráficos de velas e confrontar a origem macroeconómica desta queda. O preço atual de 67.598 dólares não é apenas uma quebra de suporte técnico, é uma reação instintiva do mercado global de ativos de risco à expectativa de liquidez em moeda fiduciária completamente congelada. Recentemente, as declarações do Federal Reserve já enviaram sinais claros: a porta para cortes de juros está fechada, e o aumento de juros voltou à mesa de negociações. Com o Brent a ultrapassar a barreira de 110 dólares, a segunda onda de inflação energética é inevitável. Como reservatório final de liquidez fiduciária, o valor do Bitcoin está a sofrer uma reestruturação destrutiva na sua lógica de avaliação. Quando as taxas de risco livre deixam de diminuir e há expectativas de aumento adicional, a disposição ao risco das instituições financeiras muda radicalmente. Com base nesta expectativa de exaustão de liquidez macro e na ressonância técnica com eventos geopolíticos de grande impacto, a resposta à questão central de se o Bitcoin pode cair abaixo de 70 mil é objetiva: o impacto é sistémico e irreversível. Antes que o ambiente macro volte a sinalizar afrouxamento, o mercado já perdeu completamente o impulso de alta.
👉Valor das liquidações e o “estado de saúde” dos longs
Na sexta-feira, o BTC caiu sem resistência, abaixo de 70 mil, numa descida vertiginosa, e o mercado de derivativos viu os longs tentando resistir em vão. Os dados mostram que o total de liquidações de contratos atingiu 108 milhões de dólares. Neste enorme matadouro, os longs dominaram completamente, com posições de 95,94 milhões de dólares sendo destruídas na quebra de suporte. A verdadeira brutalidade está escondida nos detalhes do último hora. Mesmo com o preço já abaixo de 67 mil, os longs ainda resistiam. Nos últimos 60 minutos, as liquidações totalizaram 2,617 milhões de dólares, sendo 2,195 milhões de dólares de longs e apenas 422.5 mil de shorts.
👉Investidores de varejo 2,25 vezes mais expostos do que as baleias, recuo de 0,94% das grandes carteiras – análise de dados para o futuro
Se as liquidações microeconómicas representam a foice que os grandes usam para colher, a discrepância grave na relação entre longs e shorts revela as estratégias diametralmente opostas das principais forças do mercado perante o impacto macro. Atualmente, a relação long/short das contas comuns da Binance disparou para um nível extremamente congestionado de 2,2552, enquanto a relação de contas na OKEx também é alta, chegando a 2,1. Mesmo as grandes contas de investidores de varejo na Binance, que representam fundos de maior volume, mostram uma relação long/short de 2,3322, indicando uma postura extremamente otimista. O que significam esses três números? Que, na profundidade do abismo de 67.598 dólares, a maioria dos investidores de varejo e grandes investidores ainda não percebeu a deterioração do ambiente. O número de investidores otimistas que estão comprando na esperança de um rebote é mais do que o dobro daqueles que estão vendendo na expectativa de queda.
Por outro lado, os principais fundos macroeconómicos estão a recuar de forma extremamente fria. Na relação de posições long/short dos traders mais experientes da Binance, o valor já caiu abaixo do ponto de equilíbrio de 1, chegando a 0,942, indicando uma forte postura de proteção contra quedas. Essa discrepância entre investidores de varejo, que estão a comprar desesperadamente, e os grandes fundos, que estão a recuar ou a fazer short, revela uma dura realidade: há espaço para mais quedas no mercado.
👉Como operar e se proteger na grande liquidação de shorts
Atualmente, o volume de negociações à vista no mercado global é de apenas 5,884 bilhões de dólares, enquanto o volume de contratos atinge impressionantes 66,053 bilhões de dólares. Essa relação de mais de dez vezes entre derivativos e mercado à vista evidencia que o mercado está a ser dominado por uma venda de pânico em derivativos de alta frequência. Para se proteger, é fundamental seguir estas três recomendações:
1. Proibir absolutamente e sem condições o uso de qualquer alavancagem para compras na lateral (buy the dip) na posição atual. Em um ambiente onde a relação long/short dos investidores de varejo é de 2,25, não arrisque seu capital contra a determinação dos shorts.
2. Abandonar qualquer esperança de negociações de curto prazo para rebotes. Antes que o macro se esclareça, o melhor é manter-se fora do mercado ou fazer shorts em eventuais recuos.
3. Para comprar na baixa, prefira operações na lateral direita, aguardando a queda da relação long/short para perto de 1, ou uma reversão após o preço cair abaixo de 59.900 dólares, com uma estratégia de compra na reversão. Ao fazer isso, reduza ao máximo o uso de alavancagem e prefira comprar à vista.
Como você enxerga este mercado? A relação de longs/shorts de 2,5 está a fazer você tremer? Deixe seu comentário e participe da discussão!