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Chile Luta Contra Redes Criminosas Organizadas Chinesas: Relatório
(MENAFN- IANS) Santiago, 4 de abril (IANS) A região de El Barrio Meiggs, no Chile, surgiu como um centro operacional do “Bang Clan”, um grupo de crime organizado chinês com raízes na província de Fujian, na costa sudeste da China. A organização está envolvida numa série de atividades criminosas, incluindo “cultivo intensivo de cannabis; tráfico de seres humanos para trabalho e exploração sexual; bem como o tráfico de drogas sintéticas como a metanfetamina e o ecstasy”, um relatório recente detalhou.
Escrevendo para a “The Diplomat”, Antonio Castillo, um jornalista latino-americano, disse que as autoridades chilenas estão a enfrentar um desafio crescente, com El Barrio Meiggs a transformar-se num centro do crime organizado chinês no país sul-americano.
Disse que a zona cresceu de forma discreta entre os bares de karaoke, as salas de jogos e os centros comerciais chineses de retalho, onde empresas legais cobrem “atividades ilegais e criminosas”.
Castillo citou o antigo ministro chileno da Segurança Pública, Luis Cordero, afirmando que a máfia chinesa dependia de estruturas económicas formais para levar a cabo “as suas atividades ilícitas”, que incluíam “tráfico de pessoas, tráfico de migrantes, jogo ilegal, roubo, extorsão e homicídio”.
Segundo Castillo, a polícia chilena descobriu um crime organizado chinês em grande escala em El Barrio Meiggs durante operações em agosto e dezembro de 2025.
“Existe uma máfia chinesa de grande dimensão no bairro. Já detivemos dezenas de pessoas com um grande número de armas e uma quantia significativa de dinheiro”, afirmou o relatório, citando Mario Desbordes, o presidente da Câmara de Santiago.
O relatório referiu que o Bang Clan tem origem nas redes criminosas historicamente associadas a máfias no sul da China, especialmente ligadas a estruturas baseadas em Fujian que se transformaram de sociedades de entreajuda em organizações criminosas globalizadas.
Mais cedo, em dezembro de 2025, a polícia chilena desferiu um grande golpe no Bang Clan durante a “Operação Grande Muralha”, realizando buscas no recato da vida nocturna de El Barrio Meiggs.
“A operação levou à detenção de 30 indivíduos – 27 cidadãos chineses, dois chilenos e um boliviano. Entre os detidos estava também um agente da polícia em serviço activo, que alegadamente forneceu serviços de vigilância e ‘avisou’ a organização sobre as operações da polícia”, acrescentou.
O relatório assinalou que, em janeiro, as autoridades chilenas iniciaram audiências formais contra 49 membros de outro grupo de máfia chinesa sediado na cidade setentrional de Iquique, localizada a cerca de 1.760 km a norte da capital Santiago.
O grupo criminoso, identificado como o “Clan Cheng”, era liderado por um pai chinês e pelos seus dois filhos.
Citando dados do Observatório do Crime Organizado e do Terrorismo (OCRIT) da Universidade Andres Bello, em Santiago, o relatório disse que o número de cidadãos chineses detidos no Chile aumentou 520 por cento nos últimos cinco anos.
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