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Talvez neste momento estejamos a viver um processo semelhante:
24 de março de 2000, sexta-feira. O índice S&P 500 atingiu nesta dia uma nova máxima histórica de fecho — 1527,46 pontos, tendo atingido um máximo intradiário de 1552,87 pontos.
Na sala de negociações, os aplausos sucediam-se, ninguém sabia que estavam a celebrar a grande abertura de um mercado de urso que duraria dois anos e meio.
Se fores um sábio pós-fato, dirias: “No dia 24 de março devia ter vendido tudo.” Mas o topo do mundo real nunca é um momento preciso, é um processo longo, complexo e cheio de enganos. E esse processo é precisamente a razão fundamental pela qual a maioria das pessoas não consegue escapar dele.
1. A queda dos pioneiros: o Nasdaq já morreu, mas ninguém ouviu
Volte o calendário duas semanas atrás. 10 de março de 2000, o índice Nasdaq Composite atingiu um máximo intradiário de 5132,52 pontos, fechando em 5048,62 pontos. Naquele dia, foi o verdadeiro pico da bolha da internet. Mas o que diziam os principais meios de comunicação na altura? “As avaliações das ações tecnológicas estão realmente altas, mas a correção é saudável, o dinheiro está a migrar para ações tradicionais de maior valor.” Na segunda-feira, 13 de março, o Nasdaq abriu com uma venda maciça. Não foi uma queda lenta, mas uma queda abrupta — a maior perda intradiária ultrapassou os 8%, fechando com uma queda de 141,30 pontos. Foi o primeiro tiro da bolha a rebentar. Mas, quando o tiro foi disparado, a maioria das pessoas não ouviu o alarme, mas sim o “contagem regressiva para comprar ao fundo” começar.
Eles olham para o S&P 500, olham para o Dow Jones — ambos ainda estão a subir, a atingir novas máximas. Assim, o pânico transforma-se em observação, e a observação em uma nova onda de ganância. Eles dizem: “Vês, o mercado está bem, são apenas aquelas ações lixo da internet a voltarem ao valor real.” Essa é a primeira ilusão do processo de topo: o setor líder colapsa primeiro, mas é interpretado como uma “rotação saudável”.
2. A festa das blue chips: a última armadilha de manipulação
De 15 a 21 de março, o Nasdaq recuperou parte das perdas, subindo várias vezes. É um clássico mercado de manipulação — fazer aqueles que venderam no fundo arrependerem-se, e fazer os que estão à espera entrarem de cabeça. Em 24 de março, o S&P 500 atingiu uma nova máxima histórica. Em 27 de março, o mercado caiu ligeiramente, dando a todos a impressão de uma “correção forte”. Em 28 de março, após a abertura, tentou-se novamente puxar para cima, criando a falsa impressão de que a “correção terminou, e uma quebra está próxima”. Mas virou-se. Não foi uma queda abrupta, nem um flash crash, mas uma descida lenta, contínua e inquietante. Contudo, o Dow Jones ainda permanecia em alta. O Dow já tinha atingido um pico em janeiro de 2000, mas, quando o Nasdaq começou a desmoronar no final de março, as blue chips ainda se mostravam firmes, oferecendo um porto seguro para quem tinha feito a troca a tempo. Eles diziam: “Vês, eu disse, as blue chips são o refúgio seguro.”
Essa é a segunda ilusão do processo de topo: os diferentes índices atingem o pico em janelas de tempo sobrepostas, e a rotação cria a falsa sensação de que os investidores são mais inteligentes do que os outros.
3. A queda lendária: o “gênio de Wall Street” que apostou 6 bilhões no topo
Ninguém consegue escapar exatamente do topo, nem mesmo um dos maiores traders de todos os tempos — George Soros. Mas ele não é o protagonista mais dramático desta história. O mais dramático é o homem chamado “o gênio de Wall Street” ao seu lado: Stanley Drukenmiller.
Drukenmiller é o diretor de investimentos do Quantum Fund, e parceiro de Soros. Ficou famoso ao apostar contra a libra esterlina em 1992, ao lado de Soros. Nos anos 1990, tinha uma média de retorno anual superior a 30%, sendo considerado um dos melhores macro traders da época. Ele tinha uma regra fatal: “Se acreditas firmemente numa previsão, deves usar a maior posição possível para realizá-la.”
No início de 2000, Drukenmiller percebeu a bolha. Sua intuição dizia-lhe que a onda de ações tecnológicas estava a chegar ao fim. Vendeu a maior parte das ações tecnológicas, mantendo dinheiro em caixa, esperando o colapso do mercado. E a sua previsão revelou-se correta — o Nasdaq atingiu o pico em 10 de março, e começou a cair. Mas, quando as ações tecnológicas recuaram do topo, rebotaram e recuaram novamente, uma voz começou a ecoar na sua cabeça: “Estás a começar a superar o mercado — mas ainda não é suficiente. Vendeste as ações que continuam a subir, os teus clientes estão a ver os outros a fazerem novas máximas, enquanto tu estás em caixa.”
Essa é a arma mais traiçoeira do processo de topo: não é o medo que te faz errar, mas a dor de ficar de fora, que lentamente distorce o teu julgamento. Drukenmiller foi aquele que conseguiu manter a calma na histeria, mas não resistiu à vingança da ganância.
Em março de 2000, pouco antes do Nasdaq atingir o topo, tomou uma decisão que deixou toda a Wall Street de boca aberta — colocou 6 bilhões de dólares, no pico do mercado, inteiramente em ações tecnológicas. Não foi uma aposta pequena. Foi uma aposta quase total de toda a participação do Quantum Fund. Ele não apenas comprou na alta — fez um “all-in” no próprio pico.
Depois, a música parou. Em 10 de março, o Nasdaq atingiu o topo, e começou a despencar. A posição do Quantum em ações tecnológicas foi engolida num instante. Os 6 bilhões de dólares, ao final, transformaram-se em cinzas. Essa enorme perda destruiu a carreira de Drukenmiller no Quantum Fund. Pouco tempo depois, pediu desculpas e saiu, deixando para trás uma história de sucesso e lenda. Soros também anunciou a liquidação e reestruturação do Quantum Fund.
Duas lendas que conquistaram os mercados mundiais, no seu auge, foram esmagadas pelo mesmo sentimento irracional no mesmo topo. Não foi por burrice. Foi uma vitória do processo de topo.
4. O topo, um processo longo e sufocante de consumo
Em 28 de março de 2000, após a vela de alta manipuladora, o S&P 500 entrou oficialmente na fase de queda principal. O Nasdaq caiu 78% nos dois anos seguintes. O S&P 500 caiu 49%, até 2007, quando voltou brevemente ao nível anterior, antes de ser arrastado de novo para o abismo pela crise financeira de 2008.
O Dow Jones, após atingir o pico em janeiro de 2000, aguentou até meados de abril, quando finalmente não conseguiu mais resistir, entrando em mercado de urso. Os três índices, três momentos diferentes de morte. Mas a lógica da morte é única: o topo nunca é um ponto, é uma armadilha de morte cuidadosamente planeada.
Ele usa a queda do setor líder para testar o pânico, usa as máximas contínuas das blue chips para acalmar os touros, usa as repetições de rebotes e falsas quebras para atrair a última onda de compradores, e usa a dor de ficar de fora para enlouquecer os sábios que já perceberam a bolha.
E aqueles que pensam que podem escapar, são as presas perfeitas desta armadilha de morte. Não morrem na queda — morrem no processo do topo. Morrem na ganância de ainda querer mais, na esperança de que o topo ainda não chegou, na fé de que “isto é diferente”, na ansiedade de ficar de fora, na ilusão de que “não vai acontecer comigo”. O topo não é um ponto. É um processo longo, sufocante, que devora tudo e todos. Mesmo os lendários como Stanley Drukenmiller, que conquistaram inúmeros mercados, não escaparam. E esse processo, agora, está a repetir-se.