Minha conclusão atual é bem covarde: não tente forçar a fragmentação de ativos, primeiro deixe-se "não bagunçar"… Meu método é tratar a carteira como um álbum de fotos, agrupando: a carteira principal só com fundos de longo prazo, a carteira de interação dedicada a DeFi/NFT para mexer à vontade, a carteira de teste para experimentar, sem misturar tudo. Cada cadeia só deixa um pouco de gás, o restante que puder ser consolidado, consolida; se não der, escreve na nota, para não abrir na próxima vez e ver um monte de saldos parecendo o feed de um ex.



Recentemente, não estão discutindo expectativas de redução de juros, o índice do dólar e ativos de risco subindo e descendo juntos, né? Eu, pelo menos, não me atrevo a espalhar as coisas demais, se o mercado der uma cambaleada, você tem que passar um tempão para descobrir em qual cadeia você perdeu dinheiro… Em resumo, gerenciar carteiras multi-chain não é para ganhar mais, é para evitar ficar muito nervoso e escorregar na mão. Por enquanto é isso, vou organizar aquela pilha de capturas de tela de gráficos K estranhos esta noite.
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