A empresa norte-americana cotada em bolsa KULR, que fabrica baterias, vendeu recentemente 333 bitcoins.


Recebeu cerca de 21,5 milhões de dólares, pagou integralmente os 20 milhões de dólares que devia à Coinbase, a um preço médio de venda de 64.538 dólares.
No primeiro trimestre deste ano, a KULR consumiu 8,7 milhões de dólares em dinheiro provenientes de atividades operacionais, e também não quer continuar a vender ações para financiamento a preços atuais.
Em março e maio, usou os bitcoins como garantia, e contraiu, em duas vezes, empréstimos junto da Coinbase no montante máximo de 20 milhões de dólares, com uma taxa anual de 7%.
Nas duas operações de empréstimo, inicialmente foram dados 425 bitcoins como garantia; no momento do reembolso, já tinham aumentado para 565 bitcoins. As 140 unidades excedentes serão reforço de posição? A empresa não disse.
A Coinbase recalcula diariamente o montante dado em garantia com base no preço mais recente do bitcoin; quando desce demasiado, a KULR tem de continuar a acrescentar bitcoins.
A KULR decidiu, assim, vender cerca de 30% da carteira, recomprando os 565 bitcoins, e também passou a pagar cerca de 1,4 milhões de dólares a menos por ano.
A empresa não liquidou totalmente: ainda mantém 760 bitcoins. No balanço, consta que detém mais de 1.000 bitcoins; na prática, o número de bitcoins que pode movimentar livremente era, anteriormente, inferior a metade.
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