Recentemente, ao analisar os dados on-chain do LUNC, descobri um fenómeno interessante — cada atualização de dados consegue gerar grande discussão. Até o início de 2026, o volume total de queima do LUNC atingiu 436,293 bilhões de tokens, um número realmente expressivo. Mas surge a questão: olhar apenas para esse número tem algum significado?
Primeiro, vamos falar da lógica básica da queima. No mundo das criptomoedas, "queimar" não significa realmente destruir, mas sim transferir os tokens para um endereço inacessível permanentemente, o que equivale a removê-los do mercado de circulação de forma definitiva. Essa é uma estratégia típica de deflação — alterar o modelo econômico reduzindo a oferta.
Desde o início do plano de queima do LUNC em maio de 2022, até agora, os 436,293 bilhões de tokens representam 6,32% da oferta original. Aqui há um ponto crucial a esclarecer: não se deixe enganar por números grandes. Alguns projetos têm uma taxa de queima de mais de 1% por trimestre. Em termos absolutos, 6,32% não é o topo da indústria. Mas por que acho que a abordagem do LUNC merece mais atenção? A resposta está na coerência. Quatro anos de esforço contínuo, uma queima "devagar e sempre", demonstra a resiliência do projeto, muito mais do que aquelas "queimas pontuais" feitas só para chamar atenção.
Quer verificar se esses dados de queima são reais? Pode consultar o saldo de tokens e o histórico de transações do endereço black hole no explorador de blockchain. Todos os registros de queima podem ser rastreados, o que também demonstra a transparência da blockchain.
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Recentemente, ao analisar os dados on-chain do LUNC, descobri um fenómeno interessante — cada atualização de dados consegue gerar grande discussão. Até o início de 2026, o volume total de queima do LUNC atingiu 436,293 bilhões de tokens, um número realmente expressivo. Mas surge a questão: olhar apenas para esse número tem algum significado?
Primeiro, vamos falar da lógica básica da queima. No mundo das criptomoedas, "queimar" não significa realmente destruir, mas sim transferir os tokens para um endereço inacessível permanentemente, o que equivale a removê-los do mercado de circulação de forma definitiva. Essa é uma estratégia típica de deflação — alterar o modelo econômico reduzindo a oferta.
Desde o início do plano de queima do LUNC em maio de 2022, até agora, os 436,293 bilhões de tokens representam 6,32% da oferta original. Aqui há um ponto crucial a esclarecer: não se deixe enganar por números grandes. Alguns projetos têm uma taxa de queima de mais de 1% por trimestre. Em termos absolutos, 6,32% não é o topo da indústria. Mas por que acho que a abordagem do LUNC merece mais atenção? A resposta está na coerência. Quatro anos de esforço contínuo, uma queima "devagar e sempre", demonstra a resiliência do projeto, muito mais do que aquelas "queimas pontuais" feitas só para chamar atenção.
Quer verificar se esses dados de queima são reais? Pode consultar o saldo de tokens e o histórico de transações do endereço black hole no explorador de blockchain. Todos os registros de queima podem ser rastreados, o que também demonstra a transparência da blockchain.