
Scam tokens são fraudes em blockchain que se apresentam como lançamentos legítimos de tokens. As equipes desses projetos utilizam controles técnicos e estratégias agressivas de marketing para atrair usuários a comprar ou transferir fundos. Depois, impõem restrições à venda, drenam a liquidez ou transferem os ativos dos usuários para benefício próprio.
No centro desses golpes está o “contrato do token” — um programa automatizado que define regras para transferências, negociações, taxas e outros parâmetros. Os golpistas inserem brechas ocultas nessas regras, como bloqueio de compradores, aumento de taxas de venda ou permissão para emissão ilimitada de tokens. O resultado: a compra do token é fácil, mas a venda se torna extremamente difícil ou sujeita a taxas altíssimas.
A alta incidência de scam tokens se deve às baixas barreiras de entrada, à rápida disseminação de informações e à complexidade regulatória. Qualquer pessoa pode criar um pool de negociação e listar tokens — até mesmo com nomes idênticos — em uma exchange descentralizada (DEX), muitas vezes em poucos minutos.
Fatores emocionais têm grande influência. Narrativas em alta e o FOMO (medo de ficar de fora) nas redes sociais alimentam o sonho do “enriquecimento rápido”. Golpistas exploram endossos de influenciadores, airdrops falsos e bots de negociação para criar uma falsa sensação de hype.
Do ponto de vista técnico, as permissões dos contratos são complexas e difíceis de auditar para o usuário comum: há permissão para emissão ilimitada? As taxas podem ser alteradas a qualquer momento? Compradores podem ser bloqueados? Essas lacunas tornam o ambiente propício para scam tokens.
Os golpes com scam tokens geralmente se enquadram em duas categorias: “compráveis, mas invendáveis” e “extração de fundos”.
Scam tokens podem ser detectados analisando cinco pontos principais: permissões do contrato, distribuição dos detentores, status da liquidez, atividade de negociação e credibilidade externa. A análise criteriosa é essencial.
Em exchanges centralizadas como a Gate, as listagens passam por revisão e anúncio. Usuários podem verificar endereços de contrato e informações do projeto em páginas oficiais — tornando os riscos mais controláveis. No entanto, é preciso atenção à volatilidade de mercado e à confusão causada por “tokens falsificados on-chain”.
Em DEXs, qualquer pessoa pode criar pools e listar tokens — moedas imitadoras, clones e honeypots são frequentes. Cabe ao usuário verificar endereços de contrato, bloqueio de liquidez e taxas, além de ficar atento a volumes falsos gerados por bots.
Na prática, ao explorar novos projetos, sempre confira endereços de contrato nas páginas oficiais de anúncios da Gate ou no app para evitar “links semelhantes” enganosos vindos de redes sociais. Em DEXs, confie apenas no endereço do contrato — ignore nome ou logo parecidos.
Passos fundamentais: pare toda interação, revogue permissões, isole ativos e preserve evidências — aja rapidamente.
O sucesso depende de fontes confiáveis, canais de transação seguros e gestão de ativos segmentada — adote uma postura de ceticismo constante.
Relatórios do setor confirmam que golpes seguem como categoria persistente de crimes cripto. Relatórios de segurança e análises on-chain de 2023–2024 (como os relatórios anuais da Chainalysis) mostram que as táticas de scam evoluem conforme os ciclos de mercado e as narrativas em alta, mas continuam sendo ameaça significativa.
Por um lado, avanços em análises on-chain, listas negras e alertas de risco em carteiras permitem que plataformas identifiquem contratos suspeitos e tokens falsificados com mais rapidez. Por outro, scam tokens agora utilizam deploys cross-chain, bots em redes sociais e ferramentas de mensagens instantâneas para aumentar o engano. Em resumo, a disputa técnica continuará; a vigilância do usuário segue sendo a defesa mais importante.
Scam tokens exploram a facilidade de emissão e a assimetria de informações ao criar armadilhas em que comprar é fácil, mas vender é difícil, por meio de permissões contratuais e marketing manipulativo. Para identificá-los: analise permissões, distribuição dos detentores, status da liquidez, comportamento de negociação e credibilidade externa; reaja interrompendo a interação, revogando aprovações, isolando ativos e preservando evidências. Seja na Gate ou em DEXs, sempre valide pelo endereço do contrato — prefira fontes confiáveis e transações de teste com valores pequenos — e nunca aceite airdrops desconhecidos ou pedidos de “taxa de desbloqueio”. Não há atalhos para a segurança dos ativos; rigor e disciplina são suas melhores proteções.
Tokens com valor zero podem ter diferentes origens; nem todos são golpes. Sinais comuns de scam token incluem equipes controlando a maior parte da liquidez, promessas de lucros irreais, atividades frequentes de pump-and-dump, equipes não identificadas ou imitação de projetos famosos. Verifique transparência do código do contrato, registros de transações e reputação da comunidade para uma avaliação completa.
Tokens negociados apenas em plataformas menores geralmente apresentam riscos mais altos. A Gate realiza triagem rigorosa de listagens e exclui projetos de alto risco; se um token só existe em exchanges pequenas, provavelmente não passou em auditorias relevantes — o risco de golpe é muito maior. Prefira tokens listados em exchanges reconhecidas como a Gate.
Investigações de fraudes internacionais são complexas. Muitas equipes de scam tokens enfrentam processos judiciais, mas devido à natureza global dos ativos virtuais, a aplicação da lei é cara e desafiadora — o que facilita a proliferação desses golpes. A melhor defesa é a análise criteriosa antes de negociar; escolha projetos auditados e com histórico comprovado.
Isso depende de onde o token foi adquirido. Se foi comprado na Gate e oficialmente confirmado como scam token pela equipe da Gate, entre em contato com o suporte para conhecer as políticas. De modo geral, os riscos do trading cripto são assumidos pelos usuários — plataformas raramente compensam perdas por decisão individual. A prevenção é sempre mais eficaz do que buscar ressarcimento depois.
Princípios essenciais para selecionar tokens com segurança:


