Recentemente, conversei com um colega do departamento de conformidade de um banco de investimento e ele desabafou sobre as dificuldades que o setor financeiro tradicional enfrenta ao entrar no campo da blockchain. A questão é a seguinte — se usar uma cadeia pública, todos os dados das transações ficam transparentes até o limite, e o segredo comercial fica praticamente sem efeito; se usar uma cadeia privada, as autoridades reguladoras imediatamente levantam um alerta, querendo saber exatamente o fluxo de fundos, e eles simplesmente não conseguem explicar isso. Como ele diz, é como escolher uma roupa — ou você se despede completamente e fica nu, ou acaba sendo trancado numa sala escura, porque não há uma vestimenta adequada para usar.
Ao ouvir isso, percebi de repente que isso é, na verdade, uma grande armadilha no mundo Web3 atual. Eu pensava que "conformidade com privacidade" fosse um conceito vago, mas agora entendo que pode realmente ser uma solução feita sob medida para clientes institucionais.
Lembrei de um projeto que tinha visto antes — uma blockchain focada em cenários financeiros. A ideia dele é bastante interessante: não como o Bitcoin ou Ethereum, onde o livro-razão é completamente transparente, nem como algumas moedas anônimas que escondem tudo. Como trilhar esse meio-termo? A tecnologia central se chama "divulgação seletiva".
Vamos usar uma analogia para entender melhor. Imagine que você emite um título de dívida na blockchain. Nessa cadeia, as informações principais da transação — como quem é a instituição emissora, o valor total de 100 milhões, o rendimento anual de 5% — são públicas e verificáveis, e investidores e reguladores podem ver claramente. Mas quem comprou qual fração, ou a identidade desses investidores, pode ser criptografado e escondido, protegendo a privacidade comercial. Se as autoridades reguladoras exigirem uma auditoria, você pode descriptografar os dados relevantes sob demanda.
Assim, as instituições têm uma verdadeira opção — atender aos requisitos de transparência regulatória, ao mesmo tempo em que mantêm a privacidade comercial necessária. Essa flexibilidade de "divulgar quando deve, esconder quando precisa" é, de fato, uma abordagem viável que combina o financeiro tradicional com a blockchain.
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ImpermanentPhilosopher
· 25m atrás
Esta "divulgação opcional" está bem articulada, mas se realmente for implementada, será outra história... Se as instituições realmente quiserem esconder algo, como é que a regulamentação garante que você não está criptografando secretamente?
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CompoundPersonality
· 3h atrás
Nossa, essa metáfora de "vestir roupas" é incrível, de repente explica de forma clara o impasse da conformidade financeira. A ideia de divulgação seletiva realmente parece ter aberto os olhos...
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MetaDreamer
· 01-18 08:03
A ideia de divulgação seletiva é realmente genial, finalmente alguém explicou essa questão de forma clara e profunda
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LayerHopper
· 01-18 08:00
Isto é que é realmente "poder ter peixe e mão de urso ao mesmo tempo", a divulgação seletiva desta estratégia é realmente genial
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token_therapist
· 01-18 07:58
Caramba, esta é mesmo a verdadeira solução... Sempre achei que privacidade e conformidade fossem inimigos mortais, nunca imaginei que a "divulgação seletiva" fosse tão engenhosa...
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SilentObserver
· 01-18 07:56
Parece o velho truque de "não se pode ter tudo", mas realmente tocou num ponto sensível. A divulgação seletiva parece ser a verdadeira solução de compromisso.
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Portanto, a conformidade com a privacidade não é uma jogada de marketing, pode realmente ser uma necessidade para as instituições entrarem na cadeia.
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Essa abordagem é ótima, permite que os reguladores durmam tranquilos e que os segredos comerciais fiquem protegidos.
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Resumindo, é — divulgar o que deve ser divulgado, esconder o que deve ser escondido. Parece confiável, o principal é quem vai executar.
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Correr nu ou procurar um caminho na sala escura, caramba, essa é a situação de todas as grandes instituições atualmente.
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Interessante, finalmente alguém levando a sério essa questão em vez de apenas fazer hype.
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BearMarketNoodler
· 01-18 07:51
Incrível, finalmente alguém explicou bem essa questão. A turma das finanças tradicionais fica presa no meio e se sente desconfortável, mas a estratégia de divulgação seletiva realmente traz alívio.
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GateUser-5854de8b
· 01-18 07:47
A lógica de divulgação seletiva parece bastante perfeita, mas será que realmente podemos falar assim com as autoridades reguladoras? Parece mais uma teoria na teoria do papel.
Recentemente, conversei com um colega do departamento de conformidade de um banco de investimento e ele desabafou sobre as dificuldades que o setor financeiro tradicional enfrenta ao entrar no campo da blockchain. A questão é a seguinte — se usar uma cadeia pública, todos os dados das transações ficam transparentes até o limite, e o segredo comercial fica praticamente sem efeito; se usar uma cadeia privada, as autoridades reguladoras imediatamente levantam um alerta, querendo saber exatamente o fluxo de fundos, e eles simplesmente não conseguem explicar isso. Como ele diz, é como escolher uma roupa — ou você se despede completamente e fica nu, ou acaba sendo trancado numa sala escura, porque não há uma vestimenta adequada para usar.
Ao ouvir isso, percebi de repente que isso é, na verdade, uma grande armadilha no mundo Web3 atual. Eu pensava que "conformidade com privacidade" fosse um conceito vago, mas agora entendo que pode realmente ser uma solução feita sob medida para clientes institucionais.
Lembrei de um projeto que tinha visto antes — uma blockchain focada em cenários financeiros. A ideia dele é bastante interessante: não como o Bitcoin ou Ethereum, onde o livro-razão é completamente transparente, nem como algumas moedas anônimas que escondem tudo. Como trilhar esse meio-termo? A tecnologia central se chama "divulgação seletiva".
Vamos usar uma analogia para entender melhor. Imagine que você emite um título de dívida na blockchain. Nessa cadeia, as informações principais da transação — como quem é a instituição emissora, o valor total de 100 milhões, o rendimento anual de 5% — são públicas e verificáveis, e investidores e reguladores podem ver claramente. Mas quem comprou qual fração, ou a identidade desses investidores, pode ser criptografado e escondido, protegendo a privacidade comercial. Se as autoridades reguladoras exigirem uma auditoria, você pode descriptografar os dados relevantes sob demanda.
Assim, as instituições têm uma verdadeira opção — atender aos requisitos de transparência regulatória, ao mesmo tempo em que mantêm a privacidade comercial necessária. Essa flexibilidade de "divulgar quando deve, esconder quando precisa" é, de fato, uma abordagem viável que combina o financeiro tradicional com a blockchain.