Recentemente o CryptoRover partilhou uma comparação de dados interessante: as subidas e descidas do Bitcoin e das altcoins estão mais relacionadas com a taxa de crescimento da liquidez (YoY) do que com o volume total da oferta monetária M2.
Principais conclusões
Basta olhar para os dados históricos para perceber:
2017 e 2020-2021: a taxa de crescimento do M2 disparou para 18%, o BTC valorizou imenso
2025 agora: apesar de o volume total do M2 aumentar, a taxa de crescimento é só de 2-6%, o BTC está preso nos 70 mil dólares, as altcoins ainda pior
Por outras palavras, não basta haver mais dinheiro, o essencial é a velocidade a que ele cresce. O crescimento explosivo do período da pandemia já desapareceu, agora a taxa de crescimento da liquidez não se consegue elevar, por isso não há um verdadeiro bull market.
O que dizem os padrões históricos
2018-2019: liquidez negativa → bear market
2020-2021: impressão massiva de moeda → bull market recorde
Os analistas preveem que, se a taxa de crescimento do M2 voltar a mais de 8-10%, o BTC pode ultrapassar os 100 mil dólares e as altcoins vão atrás. Mas o problema é que, desde 2022, os bancos centrais estão a aplicar políticas restritivas, o que afetou gravemente a taxa de crescimento da liquidez.
O que os investidores devem perceber
As altcoins são ainda mais sensíveis à liquidez (mercado pequeno, muito especulativo). Este período de lateralização pode ser a preparação para a próxima subida macro. Assim que os bancos centrais mudem para cortes de juros ou uma nova ronda de quantitative easing, o mercado vai reagir mais rápido do que imaginas.
Conclusão-chave: não te foques só nos dados on-chain e nos eventos de halving, o ciclo macro de liquidez é o verdadeiro motor. Quando os bancos centrais mexem, o preço das criptos mexe a seguir — isto é mais fiável do que qualquer outro indicador.
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A liquidez é o verdadeiro gatilho do bull market, não apenas a oferta monetária.
Recentemente o CryptoRover partilhou uma comparação de dados interessante: as subidas e descidas do Bitcoin e das altcoins estão mais relacionadas com a taxa de crescimento da liquidez (YoY) do que com o volume total da oferta monetária M2.
Principais conclusões
Basta olhar para os dados históricos para perceber:
2017 e 2020-2021: a taxa de crescimento do M2 disparou para 18%, o BTC valorizou imenso
2025 agora: apesar de o volume total do M2 aumentar, a taxa de crescimento é só de 2-6%, o BTC está preso nos 70 mil dólares, as altcoins ainda pior
Por outras palavras, não basta haver mais dinheiro, o essencial é a velocidade a que ele cresce. O crescimento explosivo do período da pandemia já desapareceu, agora a taxa de crescimento da liquidez não se consegue elevar, por isso não há um verdadeiro bull market.
O que dizem os padrões históricos
Os analistas preveem que, se a taxa de crescimento do M2 voltar a mais de 8-10%, o BTC pode ultrapassar os 100 mil dólares e as altcoins vão atrás. Mas o problema é que, desde 2022, os bancos centrais estão a aplicar políticas restritivas, o que afetou gravemente a taxa de crescimento da liquidez.
O que os investidores devem perceber
As altcoins são ainda mais sensíveis à liquidez (mercado pequeno, muito especulativo). Este período de lateralização pode ser a preparação para a próxima subida macro. Assim que os bancos centrais mudem para cortes de juros ou uma nova ronda de quantitative easing, o mercado vai reagir mais rápido do que imaginas.
Conclusão-chave: não te foques só nos dados on-chain e nos eventos de halving, o ciclo macro de liquidez é o verdadeiro motor. Quando os bancos centrais mexem, o preço das criptos mexe a seguir — isto é mais fiável do que qualquer outro indicador.