Mensagem do Gate News, 17 de abril — A Anthropic anunciou o Claude Opus 4.7, um modelo de IA que traz salvaguardas projetadas para bloquear solicitações de cibersegurança de alto risco. O lançamento se baseia no Claude Opus 4.6, lançado em fevereiro, e antecede uma distribuição mais ampla dos modelos da classe Mythos, mais avançados, da Anthropic. O Mythos Preview, apresentado no início deste mês, continua mais capaz do que o Opus 4.7, mas atualmente está disponível apenas para um conjunto limitado de empresas por meio do Project Glasswing, o programa de cibersegurança da Anthropic.
O Opus 4.7 entrega melhorias significativas em fluxos de trabalho agentic e em capacidades de visão. O desempenho de codificação autônoma subiu para 64,3% no SWE-bench Pro, um benchmark amplamente usado para tarefas de engenharia de software, a partir de 53,4% na versão anterior. O tratamento de imagens agora suporta mais de três vezes a resolução, com a precisão de acuidade visual melhorando de 54,5% para 98,5% em testes padrão. Limitações intencionais de cibersegurança foram implementadas durante o treinamento; no CyberGym, um benchmark de desempenho de cibersegurança, o Opus 4.7 registrou 73,1%, abaixo dos 83,1% do Mythos Preview.
A Anthropic restringiu o Mythos Preview após testes pré-lançamento que revelaram milhares de vulnerabilidades de alta severidade, incluindo uma falha no OpenBSD que não foi detectada por 27 anos. Pesquisadores de segurança que realizam pesquisa de vulnerabilidades, testes de penetração ou exercícios de red-team podem se inscrever no Cyber Verification Program da Anthropic para acesso defensivo sem recusas padrão. O feedback das salvaguardas do Opus 4.7 orientará os futuros lançamentos de modelos.
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