De acordo com o ING Bank, em 10 de julho, tanto o Banco do Japão quanto o Banco da Coreia enfrentam, cada um, cerca de 100 pontos-base de pressão por alta de juros para alinhar as taxas de referência atuais às condições econômicas. Usando seu modelo de pressão de taxa, o ING calculou o “buffer” de taxa do Japão em -18 pontos-base e o da Coreia do Sul em -1,2 pontos percentuais, indicando que as taxas de política monetária de ambos os países estão excessivamente acomodatícias.
O ING prevê que a taxa de referência do Japão deve chegar a cerca de 2% a partir de 1% no momento, enquanto a da Coreia do Sul deve subir para 3,5% a partir de 2,5%. Para o Japão, a fraqueza da moeda e os riscos inflacionários — potencialmente elevando para 2,5%-3% à medida que os subsídios do governo diminuem — sustentam uma política mais restritiva. A Coreia do Sul enfrenta pressões semelhantes devido à fraqueza do won e a um crescimento econômico sólido de 3,8% do PIB e 3,2% de inflação, embora os mercados de títulos mostrem maior confiança em futuras altas de juros.