De acordo com a The Block, o CFO da BlackRock, Martin Small, traçou em 16 de julho uma visão de longo prazo para fazer com que os produtos da empresa estejam nativamente disponíveis dentro de carteiras digitais, permitindo que investidores acessem criptoativos, stablecoins e ações e títulos tradicionais sem sair da própria carteira. A BlackRock planeja, eventualmente, oferecer fundos do Tesouro tokenizados, ETFs da iShares e produtos de mercado privado, descrevendo a tokenização e a cripto como “oportunidades de crescimento puramente orgânico”.
Apesar de a gestão de ativos digitais no 2º trimestre ter caído para US$ 49 bilhões em meio à fraqueza do mercado — uma queda de cerca de 40% ano contra ano —, a BlackRock reafirmou sua meta de receita de US$ 500 milhões para negócios ligados a cripto em 2030. A ação subiu mais de 7% após o relatório de resultados. A BlackRock administra o maior ETF de Bitcoin spot do mundo, com aproximadamente US$ 60 bilhões em ativos sob gestão.