
Kobeissi Letter, analista de uma instituição de pesquisa de mercado, confirmou ao CoinTelegraph em 28 de maio que o total acumulado mensal de transações com cartões de pagamento cripto em maio atingiu cerca de US$ 7,8 bilhões, crescimento de aproximadamente 230% em relação ao mesmo período do ano passado. A Visa, por meio de parcerias com empresas nativas de blockchain como a Jupiter Global no ecossistema Solana, detém cerca de 90% da fatia das transações com cartões cripto.
Dados de crescimento de 230% e participação de mercado da Visa confirmados pela Kobeissi Letter
De acordo com a análise da Kobeissi Letter, desde 2024 os valores mensais pagos com cartões de crédito e débito ligados a criptos vêm crescendo de forma constante. Atualmente, o total acumulado mensal já chega a cerca de US$ 7,8 bilhões, com alta anual de aproximadamente 230%. A Visa ocupa cerca de 90% da participação nas transações com cartões cripto, principalmente via a parceria com a Jupiter Global, projeto de pagamentos lançado pela equipe do Jupiter DEX no Solana.
O analista da Kobeissi Letter confirmou: «À medida que stablecoins ficam cada vez mais populares como via de pagamento por meio de cartões cripto, a taxa de adoção de cartões cripto aumenta rapidamente em 2026. Agora, mais pessoas podem usar cartões cripto para consumir stablecoins como se estivessem usando moeda fiduciária.» A Kobeissi Letter também destacou que o crescimento dos cartões de pagamento cripto evidencia a tendência de incorporar ativos digitais ao sistema financeiro tradicional. Não se trata de substituir a Mastercard e a Visa, mas sim de operar em sinergia com a infraestrutura de rede existente.
OKX confirma dados de consumo de cartões de pagamento com stablecoin na Europa em janeiro de 2026
Em janeiro de 2026, a OKX lançou na Europa uma cartão de pagamento com stablecoin operado na rede Mastercard para clientes europeus e divulgou dados de categorização de gastos do primeiro mês. A OKX confirmou que compras em mercados são a maior categoria de consumo, respondendo por cerca de 26% de todas as transações; gastos em restaurantes representam 18%; e compras online são a terceira maior categoria, com aproximadamente 13%.
A equipe da OKX confirmou: «Quando criptomoedas conseguem pagar a conta do almoço, a popularização do método de pagamento é o verdadeiro avanço.» A OKX confirmou que seu cartão de pagamento com stablecoin foi projetado para resolver o problema de que, no longo prazo, as criptomoedas são apontadas como carentes de utilidade no dia a dia.
Plano de expansão confirmado de Visa e Bridge: cartões de pagamento com stablecoin em 100 países
Em março de 2026, a Visa e a Bridge, fintech ligada à Stripe, anunciaram em conjunto um plano para lançar cartões de pagamento atrelados a stablecoins em mais de 100 países. Os 18 países inicialmente atendidos incluem Argentina, Colômbia, Equador, México, Peru e Chile. As duas partes confirmaram que, até o fim de 2026, o produto será expandido para a região da Ásia-Pacífico, África e Oriente Médio.
Perguntas frequentes
O período-base de comparação de US$ 7,8 bilhões e crescimento de 230% é qual?
Conforme o relatório de confirmação da Kobeissi Letter, US$ 7,8 bilhões é o total acumulado mensal de transações de maio de 2026, e os 230% representam a taxa de crescimento em termos anuais em comparação com o mesmo período de 2025. Os dados foram citados e publicados pelo CoinTelegraph em 28 de maio de 2026.
A participação de 90% da Visa é dado oficial ou estimativa de mercado?
Pela forma como a Kobeissi Letter confirma, os 90% são um número estimado de pesquisa de mercado, e não dados de divulgação oficial da Visa. A Kobeissi Letter confirma que essa fatia vem principalmente do fluxo de pedidos obtido pela Visa via parcerias com empresas nativas de blockchain como a Jupiter Global.
Como está o andamento do plano de 100 países da Visa e da Bridge atualmente?
Segundo o comunicado conjunto da Visa e da Bridge de março de 2026, a oferta inicial inclui 18 países, incluindo a Argentina. As duas partes confirmaram oficialmente que o plano é expandir para a região da Ásia-Pacífico, África e Oriente Médio até o fim de 2026. Até 28 de maio de 2026, não houve novas atualizações públicas sobre o progresso da expansão.