De acordo com a ata da reunião de junho divulgada em 9 de julho, o Banco Central Europeu elevou as taxas principais para 2,25%, reconhecendo choques de energia como um fator inevitável, citando riscos de que preços elevados de energia sustentados possam impulsionar a inflação de médio prazo acima da meta de 2%.
O banco central afirmou na ata que preços elevados de energia por um período prolongado correm o risco de incorporar o choque às expectativas de inflação mais ampla e de médio prazo por meio de efeitos de segunda rodada, aumentando o risco de danos duradouros à perspectiva de inflação.