A Luno contestou formalmente a proposta de lei de câmbio estrangeiro da África do Sul que sujeitaria ativos digitais a regulações de fluxos de capital, argumentando que o Ministério das Finanças teria contornado o parlamento para regular participações em cripto que afetam a propriedade e os direitos de privacidade de milhões de cidadãos. De acordo com a petição da exchange, o rascunho inclui disposições para a apreensão de ativos sem ordem judicial, liquidação forçada e possível suspensão de atividades empresariais, com infratores sujeitos a até cinco anos de prisão, US$ 53 mil em multas ou ambos.
A Luno recomendou aprovar uma estrutura final por meio de legislação parlamentar, classificando os ativos de cripto mantidos em exchanges licenciadas na África do Sul como ativos domésticos, e remover mecanismos de venda forçada e apreensão de ativos sem mandado, enquanto permitir que empresas internacionais de negociação registradas mantenham acesso ao mercado para preservar a liquidez.