Conforme o comunicado da Casa Branca de 6 de julho do Trump, o presidente endossou publicamente o Bitcoin, citando como principal justificativa a competição geopolítica com a China. “Se a gente não tiver isso, a China vai ter”, disse Trump, enquadrando a dominação de ativos digitais como uma questão de soberania e segurança nacional, e não apenas financeira.
Geoffrey Kendrick, do Standard Chartered, mantém a meta de preço do Bitcoin em US$ 500 mil antes de Trump deixar o cargo, apesar de o BTC estar sendo negociado perto de US$ 64 mil — aproximadamente 49% abaixo da máxima histórica de US$ 126.198 em outubro de 2021. Kendrick atribui o cenário de alta de longo prazo a entradas institucionais, clareza regulatória sob uma administração mais simpática e ao suprimento fixo do Bitcoin.