De acordo com a sua queixa protocolada em um tribunal federal em Minnesota na segunda-feira, a xAI — a subsidiária de inteligência artificial agora controlada pela SpaceX — entrou com uma ação contra o procurador-geral de Minnesota, Keith Ellison, para contestar uma lei estadual que proíbe os chamados apps de nudify. A norma, prevista para entrar em vigor no sábado, mira aplicativos que geram imagens sexualizadas sem consentimento, impondo multas de US$ 500 mil cada vez que um usuário cria deepfakes explícitos.
Os advogados da xAI argumentaram no processo que a lei “impõe uma proibição ampla e baseada em conteúdo à liberdade de expressão e às ferramentas de expressão visual”. A empresa afirmou que a norma proíbe estritamente que os usuários gerem imagens nuas ou sexualizadas sem consentimento e que já entrou com ações contra usuários que contornam suas salvaguardas tecnológicas para criar esse tipo de conteúdo.