Carta para mim aos 34 anos



Com uma postura serena, enfrentando as dificuldades, estou disposto a assumir a responsabilidade pelos meus erros.
Mas nunca me arrependo de nenhuma decisão que tomei; nunca duvido do meu próprio olhar.
As coisas não aconteceram como eu desejava apenas porque minhas capacidades ainda não eram suficientes; ninguém pode acertar em cada passo.
Não quero olhar para trás, nem criticar quem fui na época. Não há motivo para reclamar. Aceito com coragem a minha compreensão na altura, e também não me culpo.
Se pudesse voltar no tempo, com a experiência que tenho agora e o entendimento sobre a natureza humana, certamente cometeria os mesmos erros.
Acredito sempre que o caminho que trilhei, as pessoas que encontrei, e as oportunidades perdidas fazem parte do percurso que precisava viver.
O certo e o errado não dependem do coração.
Nunca há uma escolha absolutamente correta; para que uma decisão seja a certa, é preciso confiar nela e manter firmeza.
O caminho que você está trilhando agora é o melhor, aquele que pode florescer.
Olhe para frente, não olhe para trás.
#Nadando contra a corrente, novembro
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