A operação de Trump desta vez é claramente um "conflito entre os dois hemisférios cérebros" — de um lado há um falcão linha-dura, do outro um realista estabilizador de tabuleiro.



Na fase inicial, continuou a provocar a situação entre EUA e Irão, elevando as expectativas de tensão; mas na fase posterior, de repente dá espaço ao mercado, transmitindo até sinais de adiamento de ataques e pivô para negociações. Dito de forma clara, ele também viu com clareza: se continuar nesta conformação tão dura, o que pode entrar em colapso em primeiro lugar provavelmente não é o Irão, mas o mercado de ações dos EUA, os rendimentos dos títulos do Tesouro de 10 anos, bem como as expectativas de corte de taxas da Reserva Federal.

Uma vez que o Estreito de Ormuz enfrente problemas completos, os preços do petróleo disparam, as expectativas de inflação voltarão com força. Nesse momento, o mercado de ações sofrerá pressão, os rendimentos dos títulos de longa duração disparará, a janela de corte de taxas que o mercado tem estado à espera poderá fechar diretamente, e até discussões sobre aumento de taxas podem ser recolocadas na mesa.

Por isso, agora na superfície faz ameaças duras e pressão máxima, mas no fundo é mais como uma abordagem dupla: de um lado estabiliza o sentimento do mercado, do outro lado conquista tempo precioso para futuros desdobramentos militares e negociações estratégicas.

Trump não é que não queira ser duro, mas sim que está claro que não pode deixar a economia americana colapsar em primeiro lugar. O mercado é o verdadeiro "calcanhar de Aquiles", e também o bloco que não pode colapsar neste grande jogo.
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