Beneficiários da crise do petróleo: a crise do petróleo dos anos 70, que aumentou de 20 dólares para 120, não beneficiou os países produtores de petróleo, mas sim o Japão, que com tecnologia de economia de combustível virou-se e tornou-se uma potência mundial no setor automóvel; hoje, a China está a aproveitar oportunidades na revolução de energias renováveis, eletricidade e indústria de células e chips. Três pontos centrais da lógica: a crise de custos impulsiona a revolução tecnológica, a substituição de energia reestrutura a cadeia de produção, e a demanda massiva impulsiona avanços nos chips relacionados.

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