Hoje percebi profundamente que a estratégia popular no país de competir com as crianças nos estudos, no exame de admissão à universidade e nas escolas de prestígio está completamente errada. É como nos anos 90, quando se tentava fazer as crianças entrarem na empresa estatal — logo seriam despedidas. Essa abordagem leva à graduação e ao desemprego imediato, sem competitividade.


Em vez de competir por estudos inúteis e altas notas, é melhor fornecer a ele uma IA de alta inteligência, que combine com seus interesses e talentos, permitindo que ele aprenda e cresça por si próprio nesse processo.
Crianças nativas de IA e não nativas têm diferenças muito grandes.
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