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Sou padrasto, a enteada passa toda a férias a brincar com o telemóvel
Desde o anoitecer até ao amanhecer, sem comer, apenas come uns snacks e bebe refrigerantes quando tem fome.
No horário escolar, também chega a casa e começa a usar o telemóvel, muitas vezes até às três ou quatro da manhã, e durante o dia adormece nas aulas.
Nunca a limitei, nunca lhe confisquei o telemóvel, nem bati à porta do quarto dela quando ela ficava acordada até tarde.
Ela gosta de dizer que sou mais gentil e compreensivo do que o seu próprio pai,
mas ela não sabe que essa “gentileza” nunca foi amor, mas sim uma forma de negligência cruel.
Eu simplesmente não tenho vontade de a corrigir, de discutir, ou de me preocupar com uma criança que não tem laços de sangue comigo.
Ela pensa que me ama, mas não sabe que estou a prejudicá-la. Não me importo com o que ela vai ser no futuro. O seu destino, a sua vida, nunca tiveram nada a ver comigo.
Eu apenas desempenho o papel de um “bom padrasto”.