A aliança sem fins lucrativos especializada em segurança crypto (SEAL) informou ter tratado cerca de 1.800 pedidos de suporte em 2025, mais do que o dobro do número total de incidentes onchain que a equipe já respondeu desde o seu início há dois anos. Segundo o cofundador pcaversaccio, a SEAL também organizou mais de 125 “sala de guerra” — salas de coordenação de resposta em tempo real — para lidar com crises graves, como exploits de vulnerabilidades de protocolo.
O aumento no número de incidentes reflete tanto o papel cada vez maior da SEAL na área de segurança crypto quanto o retorno de ataques, chegando a níveis próximos aos do período pandêmico. Em 2025, foram registrados vários incidentes graves, incluindo o hack da exchange Bybit no valor de 1,4 bilhões de dólares — o maior da história — além de uma diversificação crescente nas formas de ataque. Entre elas, a mais comum continua sendo o vazamento de chaves privadas ou seed phrase, além de malware, phishing e campanhas sofisticadas relacionadas a hackers da Coreia do Norte.
De destaque, pcaversaccio alertou para o aumento preocupante de ataques físicos, quando informações de ativos pessoais são expostas por vazamentos de dados ou por exibição de ativos nas redes sociais. As formas de “wrench attack” — forçar a vítima a entregar seus ativos por meio de violência — atingiram níveis recordes em 2025. Diante dessa situação, a SEAL recomenda que os usuários priorizem carteiras de hardware, limitem a instalação de softwares de fontes desconhecidas e reforcem as verificações de segurança ao interagir com aplicativos e links.
A SEAL atualmente opera principalmente com contribuições voluntárias, contando com cerca de 28 voluntários no SEAL 911 e um pequeno grupo de funcionários em tempo integral. A organização tem custos operacionais anuais de aproximadamente 2 milhões de dólares, financiados principalmente por doações, demonstrando o papel cada vez mais importante da comunidade na proteção do ecossistema crypto.
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SEAL tratou mais de 1.800 incidentes de segurança em crypto em 2025
A aliança sem fins lucrativos especializada em segurança crypto (SEAL) informou ter tratado cerca de 1.800 pedidos de suporte em 2025, mais do que o dobro do número total de incidentes onchain que a equipe já respondeu desde o seu início há dois anos. Segundo o cofundador pcaversaccio, a SEAL também organizou mais de 125 “sala de guerra” — salas de coordenação de resposta em tempo real — para lidar com crises graves, como exploits de vulnerabilidades de protocolo.
O aumento no número de incidentes reflete tanto o papel cada vez maior da SEAL na área de segurança crypto quanto o retorno de ataques, chegando a níveis próximos aos do período pandêmico. Em 2025, foram registrados vários incidentes graves, incluindo o hack da exchange Bybit no valor de 1,4 bilhões de dólares — o maior da história — além de uma diversificação crescente nas formas de ataque. Entre elas, a mais comum continua sendo o vazamento de chaves privadas ou seed phrase, além de malware, phishing e campanhas sofisticadas relacionadas a hackers da Coreia do Norte.
De destaque, pcaversaccio alertou para o aumento preocupante de ataques físicos, quando informações de ativos pessoais são expostas por vazamentos de dados ou por exibição de ativos nas redes sociais. As formas de “wrench attack” — forçar a vítima a entregar seus ativos por meio de violência — atingiram níveis recordes em 2025. Diante dessa situação, a SEAL recomenda que os usuários priorizem carteiras de hardware, limitem a instalação de softwares de fontes desconhecidas e reforcem as verificações de segurança ao interagir com aplicativos e links.
A SEAL atualmente opera principalmente com contribuições voluntárias, contando com cerca de 28 voluntários no SEAL 911 e um pequeno grupo de funcionários em tempo integral. A organização tem custos operacionais anuais de aproximadamente 2 milhões de dólares, financiados principalmente por doações, demonstrando o papel cada vez mais importante da comunidade na proteção do ecossistema crypto.