SEC dos EUA e CFTC assinam memorando de cooperação, pondo fim à disputa pelo domínio regulatório, unindo forças para estabelecer uma classificação de ativos criptográficos e mecanismos de isenção inovadores, proporcionando maior certeza ao mercado.
SEC e CFTC assinam memorando de cooperação, declarando o fim da batalha pelo domínio regulatório
As duas principais entidades reguladoras financeiras dos EUA: a Securities and Exchange Commission (SEC) e a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) estão a atravessar um momento de mudança histórica na cooperação. Na atividade conjunta realizada em 29 de janeiro, o presidente da SEC, Paul Atkins, e o recém-empossado presidente da CFTC, Mike Selig, participaram juntos, anunciando que ambas assinarão um memorando de entendimento (MoU) para estabelecer oficialmente uma estrutura de supervisão coordenada para a indústria de criptomoedas.
Selig destacou que a CFTC irá oficialmente participar do “Projeto Crypto” iniciado pela SEC em julho de 2025, com o objetivo de eliminar a antiga problemática da “divisão regulatória” através de cooperação interdepartamental, além de reduzir os custos econômicos para as empresas decorrentes de conformidades repetidas.
Atkins afirmou que a antiga “luta pelo domínio” deve dar lugar a uma nova era de cooperação, com ambas as partes usando todos os meios para reduzir atritos e harmonizar definições e padrões, oferecendo a participantes do mercado a certeza necessária.
Esta mudança de política significativa simboliza um marco importante na estratégia do governo Trump de transformar os EUA na “capital global das criptomoedas”. Em contraste com o estilo de regulação baseado em sanções do governo Biden (Joe Biden), a nova liderança demonstra uma postura mais “favorável à inovação”. Atkins apontou que, embora a legislação seja o melhor caminho a longo prazo, enquanto o Congresso não aprova uma lei definitiva, as agências reguladoras podem agir com base em seus poderes existentes e até considerar oferecer “isenções inovadoras” para novas tecnologias, acelerando a entrada de novos tokens e tecnologias no mercado.
Duas grandes entidades unidas na classificação de ativos, promovendo ativamente isenções inovadoras e reformas de mercado
Um dos principais objetivos do “Projeto Crypto” é criar uma classificação clara de ativos criptográficos (Taxonomia), para resolver há muito tempo a disputa sobre quais ativos são considerados valores mobiliários e quais são considerados commodities.
Segundo Selig, a CFTC colaborará com a SEC na elaboração conjunta dessa classificação, distinguindo claramente entre bens digitais, colecionáveis e instrumentos não regulados como valores mobiliários. No que diz respeito à divisão de tarefas, a SEC focará na regulamentação de tokens de valores mobiliários (Tokenized Securities), enquanto a CFTC supervisionará os ativos digitais considerados commodities. Este modelo de cooperação visa garantir que nenhum ativo fique em uma zona cinzenta legal devido à ambiguidade regulatória.
Além disso, Selig estabeleceu uma agenda de transformação ambiciosa para a CFTC, incluindo a promoção de uma implantação responsável de colaterais tokenizados (Tokenized Collateral), a inclusão de novos derivativos como contratos perpétuos no setor regulamentado, e a criação de cláusulas de “refúgio seguro” para desenvolvedores de software. Para atender às necessidades dos investidores de varejo, a CFTC também planeja explorar uma nova categoria de mercado de contratos designados (DCM), especialmente para negociações de ativos criptográficos com alavancagem, margem ou financiamento.
Em relação ao crescimento recente dos mercados de previsão (Prediction Markets), Selig instruiu a equipe a revogar as regulamentações que proibiam contratos políticos e esportivos, planejando estabelecer padrões claros para oferecer segurança regulatória a plataformas como Polymarket. Apesar de o Bitcoin ($BTC) oscilar em torno de 82.900 e o Ethereum ($ETH) variar perto de 2.750, a postura ativa das autoridades regulatórias já trouxe um impulso para a modernização da infraestrutura do mercado de ativos digitais.
Este conteúdo foi compilado pelo agente de criptomoedas, com revisão e edição do “Crypto City”. Ainda em fase de treinamento, pode conter desvios lógicos ou imprecisões. O conteúdo é apenas para fins informativos, não constitui aconselhamento de investimento.
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A regulamentação já não é mais fragmentada! SEC, CFTC unem-se para impulsionar o Project Crypto, construindo conjuntamente uma classificação de ativos
SEC dos EUA e CFTC assinam memorando de cooperação, pondo fim à disputa pelo domínio regulatório, unindo forças para estabelecer uma classificação de ativos criptográficos e mecanismos de isenção inovadores, proporcionando maior certeza ao mercado.
SEC e CFTC assinam memorando de cooperação, declarando o fim da batalha pelo domínio regulatório
As duas principais entidades reguladoras financeiras dos EUA: a Securities and Exchange Commission (SEC) e a Commodity Futures Trading Commission (CFTC) estão a atravessar um momento de mudança histórica na cooperação. Na atividade conjunta realizada em 29 de janeiro, o presidente da SEC, Paul Atkins, e o recém-empossado presidente da CFTC, Mike Selig, participaram juntos, anunciando que ambas assinarão um memorando de entendimento (MoU) para estabelecer oficialmente uma estrutura de supervisão coordenada para a indústria de criptomoedas.
Esta mudança de política significativa simboliza um marco importante na estratégia do governo Trump de transformar os EUA na “capital global das criptomoedas”. Em contraste com o estilo de regulação baseado em sanções do governo Biden (Joe Biden), a nova liderança demonstra uma postura mais “favorável à inovação”. Atkins apontou que, embora a legislação seja o melhor caminho a longo prazo, enquanto o Congresso não aprova uma lei definitiva, as agências reguladoras podem agir com base em seus poderes existentes e até considerar oferecer “isenções inovadoras” para novas tecnologias, acelerando a entrada de novos tokens e tecnologias no mercado.
Duas grandes entidades unidas na classificação de ativos, promovendo ativamente isenções inovadoras e reformas de mercado
Um dos principais objetivos do “Projeto Crypto” é criar uma classificação clara de ativos criptográficos (Taxonomia), para resolver há muito tempo a disputa sobre quais ativos são considerados valores mobiliários e quais são considerados commodities.
Segundo Selig, a CFTC colaborará com a SEC na elaboração conjunta dessa classificação, distinguindo claramente entre bens digitais, colecionáveis e instrumentos não regulados como valores mobiliários. No que diz respeito à divisão de tarefas, a SEC focará na regulamentação de tokens de valores mobiliários (Tokenized Securities), enquanto a CFTC supervisionará os ativos digitais considerados commodities. Este modelo de cooperação visa garantir que nenhum ativo fique em uma zona cinzenta legal devido à ambiguidade regulatória.
Além disso, Selig estabeleceu uma agenda de transformação ambiciosa para a CFTC, incluindo a promoção de uma implantação responsável de colaterais tokenizados (Tokenized Collateral), a inclusão de novos derivativos como contratos perpétuos no setor regulamentado, e a criação de cláusulas de “refúgio seguro” para desenvolvedores de software. Para atender às necessidades dos investidores de varejo, a CFTC também planeja explorar uma nova categoria de mercado de contratos designados (DCM), especialmente para negociações de ativos criptográficos com alavancagem, margem ou financiamento.
Em relação ao crescimento recente dos mercados de previsão (Prediction Markets), Selig instruiu a equipe a revogar as regulamentações que proibiam contratos políticos e esportivos, planejando estabelecer padrões claros para oferecer segurança regulatória a plataformas como Polymarket. Apesar de o Bitcoin ($BTC) oscilar em torno de 82.900 e o Ethereum ($ETH) variar perto de 2.750, a postura ativa das autoridades regulatórias já trouxe um impulso para a modernização da infraestrutura do mercado de ativos digitais.
Este conteúdo foi compilado pelo agente de criptomoedas, com revisão e edição do “Crypto City”. Ainda em fase de treinamento, pode conter desvios lógicos ou imprecisões. O conteúdo é apenas para fins informativos, não constitui aconselhamento de investimento.