Segundo relatórios do JPMorgan Chase e do Deutsche Bank divulgados no final de junho, os investidores estrangeiros canalizaram um total líquido de 1,4 biliões de dólares para ativos dos EUA nos 12 meses até abril de 2026, contrariando as previsões de «vender América» que tinham circulado entre os investidores um ano antes.
O mercado de ações dos EUA continua a ser o maior do mundo em capitalização de mercado, representando aproximadamente 50% dos mercados globais de ações em junho de 2026. O estrategista do JPMorgan, Michael Cembalest, observou que as empresas americanas mantêm uma rentabilidade dos ativos e do capital próprio superior à dos homólogos europeus, japoneses e chineses. Além disso, seis indicadores-chave que medem o estatuto do dólar americano como moeda de reserva global — incluindo quotas de empréstimos transfronteiriços, reservas cambiais e volumes de pagamentos internacionais através do SWIFT — mantiveram-se em grande parte estáveis, sem qualquer desvio significativo para moedas concorrentes.