Hong Kong alarga a licença de ativos virtuais para abranger negociação, custódia, assessoria e gestão de ativos

De acordo com o Gabinete de Serviços Financeiros e da Tesouraria de Hong Kong, a 2 de junho Hong Kong anunciou planos para criar um quadro regulamentar unificado que cubra o trading de ativos virtuais, a custódia, a consultoria de investimento e os serviços de gestão de ativos, exigindo que todas as instituições relevantes obtenham licenciamento ou registo junto da Comissão de Valores Mobiliários e Futuros (SFC). O âmbito regulamentar vai alinhar-se com a Securities and Futures Ordinance, abrangendo as atividades regulamentadas da Classe 1 (negociação de valores mobiliários), Classe 4 (consultoria de investimento) e Classe 9 (gestão de ativos), com enfoque na gestão de chaves privadas e na proteção dos ativos dos clientes para os serviços de custódia.

Com base no princípio “o mesmo negócio, o mesmo risco, as mesmas regras”, as instituições licenciadas têm de cumprir padrões rigorosos em matéria de adequação de capital, gestão de risco, reporte financeiro, competência profissional e proteção dos ativos dos clientes. Não será disponibilizado qualquer regime de transição de licença por atribuição aos prestadores de serviços existentes. O governo pretende apresentar alterações legislativas ao Conselho Legislativo até 2026.

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