De acordo com a declaração do Ministério da Defesa do Iraque divulgada a 12 de maio, o chefe do Estado-Maior do Exército iraquiano, al-Zara’a, percorreu uma região desértica no centro-sul do Iraque e rejeitou as alegações da comunicação social de uma presença militar estrangeira não autorizada. Al-Zara’a afirmou que as acusações não tinham base factual e que não existia prova que sustentasse tais alegações. O Iraque reiterou que não serviria como plataforma para agressões contra países vizinhos.
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