Segundo Choi Chang-kyu, responsável da Mirae Asset Management, numa declaração prestada a 3 de julho, o índice KOSPI da Coreia do Sul poderá atingir os 10.000 pontos no segundo semestre de 2026, sustentado por lucros empresariais sólidos e pela dinâmica das exportações. Choi salientou que o mercado é atualmente impulsionado pelos fundamentos dos lucros, embora a volatilidade tenha aumentado, uma vez que o índice já subiu significativamente e os investidores não têm convicção quanto a um impulso adicional.
Choi prevê que o KOSPI progrida num padrão «em ziguezague» entre os 7.500 e os 10.000 pontos, influenciado pelos fluxos de investidores estrangeiros, pelas taxas de câmbio e pelos planos de despesas de capital em IA das principais empresas tecnológicas. Os principais riscos incluem o aumento da concorrência chinesa nos setores dos semicondutores e dos robôs humanoides, a política monetária dos EUA sob a administração Trump e o won a ser negociado a 1.500 por dólar. Para a estratégia de carteira, Choi recomenda evitar compras por impulso durante as subidas, manter posições em numerário e obrigações como coberturas defensivas e focar-se em empresas da cadeia de abastecimento de semicondutores e em setores com rendimento de dividendos.