Os Bancos de Poupança e Empréstimos das Filipinas apoiam os empréstimos salariais por sete anos, mas alertam contra a adoção universal.

De acordo com Manuel Santiago Jr., administrador fiduciário da Câmara de Bancos de Poupança, a 15 de Julho, os bancos de poupança apoiam a decisão do Bangko Sentral ng Pilipinas de alargar os prazos dos empréstimos para salário para sete anos ao abrigo da Circular do BSP n.º 1239 (emitida a 18 de Junho), mas pretendem períodos de reembolso mais longos limitados a despesas específicas, para evitar que os mutuários acumulem dívidas sobrepostas. Santiago afirmou que os prazos de seis e sete anos não devem aplicar-se automaticamente a todos os empréstimos para salário, sobretudo os destinados a despesas recorrentes, como a propina. «Quando a propina é, na realidade, uma situação de um ano e vai precisar de propina todos os anos, não pode fazer sete anos de propinas», disse aos jornalistas. A câmara está a ponderar recomendar que os prazos de empréstimo mais longos fiquem reservados para situações de emergência e para grandes despesas não recorrentes, como reparações de casa.
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