De acordo com a análise da CNBC às declarações financeiras do Congresso, no prazo de seis dias após a oferta pública inicial (IPO) da SpaceX a 12 de junho, pelo menos seis deputados da Câmara ou membros imediatos das suas famílias compraram entre 83.000 e 245.000 dólares em ações da empresa. O deputado William Timmons comprou até 100.000 dólares; outros quatro legisladores, ou os seus cônjuges e filhos, investiram montantes inferiores.
Cinco dos seis estão integrados em comissões que supervisionam aspetos do negócio da SpaceX, incluindo defesa, comunicações por satélite e inteligência artificial. Especialistas em ética afirmam que as participações criam um potencial conflito de interesses, uma vez que a SpaceX depende fortemente de contratos federais e de autorizações. Não há evidência de que os deputados tenham transacionado com base em informação não pública ou violado regras do Congresso; a posse individual de ações por parte dos legisladores é legal, desde que as compras sejam divulgadas.