De acordo com a Barron’s na segunda-feira (20 de julho), o earnings yield do S&P 500 caiu para 4,95%, ficando abaixo da yield dos Treasuries dos EUA a 30 anos, que se situou em 5,07%, empurrando o prémio de risco das ações para terreno negativo, em -0,12 pontos percentuais, na sexta-feira. Este é o prémio de risco mais baixo desde julho de 2007, tendo ocorrido em menos de 6,4% dos dias de negociação nesse período.
A yield real do Tesouro a 30 anos subiu para 2,91% até quinta-feira, o nível mais alto desde 2008, segundo economistas da Rosenberg Research. O prémio de risco das ações está agora “raso ao ponto de não se ver” em termos históricos. O aumento das yields reais reflecte preocupações com défices fiscais persistentes e com a possibilidade de a inflação continuar, tornando as obrigações relativamente mais atrativas do que as ações.