BlockBeats informa que, a 5 de março, a ação militar conjunta entre os EUA e Israel contra o Irão entrou no seu sexto dia, com a intensidade dos ataques aéreos a continuar a aumentar. O Irão afirma que os Estados Unidos atacaram com torpedos uma embarcação iraniana perto da costa do Sri Lanka, causando a morte de mais de 80 marinheiros, e promete retaliar em qualquer lugar contra os Estados Unidos.
A situação interna do Irão também sofreu mudanças significativas. Após a morte do líder supremo Khamenei no início dos ataques aéreos, o funeral de três dias e as atividades de luto, inicialmente marcados para Teerão, foram repentinamente adiados indefinidamente. Segundo fontes, esta decisão foi parcialmente motivada por razões de segurança, preocupando-se que as reuniões pudessem tornar-se alvos de novos ataques.
Anteriormente, a opinião pública acreditava que o filho de Khamenei, Mujeh Taba Khamenei, poderia ser rapidamente nomeado como sucessor, mas o adiamento do funeral criou incertezas no processo de transferência de poder máximo no Irão. Por outro lado, Israel afirmou que qualquer líder sucessor que mantenha a política atual poderá tornar-se alvo de ataques.
Ao mesmo tempo, a televisão estatal iraniana foi invadida por hackers, que transmitiram um vídeo com o discurso do último príncipe herdeiro do Irão, Reza Pahlavi. Atualmente, esta figura é um símbolo importante da oposição iraniana no estrangeiro.
No plano militar, Israel afirmou que o número de lançamentos de mísseis pelo Irão já diminuiu, mas a ameaça persiste. As Forças Revolucionárias do Irão declararam ter atacado um petroleiro americano no norte do Golfo e indicaram que, em tempo de guerra, irão controlar a rota do Estreito de Ormuz.
Análises apontam que o Estreito de Ormuz transporta cerca de um quinto do petróleo e gás natural liquefeito mundial, e que o conflito atual já causou impactos significativos nos mercados energéticos globais e nos mercados financeiros. Paralelamente, os senadores republicanos do Congresso dos EUA rejeitaram uma moção que limitava os poderes do presidente para ações militares, deixando a decisão sobre operações contra o Irão praticamente sem restrições para Trump.