De acordo com os dados da Jin10, o presidente dos EUA, Trump, afirmou em 20 de julho que o primeiro-ministro israelita, Netanyahu, não seria detido durante a sua visita aos EUA, em resposta à recente declaração do presidente da Câmara de Nova Iorque, Mamdani, sobre a possibilidade de serem tomadas medidas legais contra Netanyahu caso este compareça à Assembleia Geral da ONU em setembro.
O Tribunal Penal Internacional tinha anteriormente emitido um mandado de detenção para Netanyahu, com acusações alegadas de crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Trump afirmou que os EUA não iriam fazer cumprir qualquer detenção, acrescentando que os responsáveis por colocar o Irão numa “espiral de morte e destruição” deveriam ser responsabilizados. Netanyahu rejeitou a crítica do autarca, classificando-a como anti-americana. Analistas jurídicos salientaram que, por ser um Estado não-membro do TPI, os EUA tipicamente concedem imunidade diplomática a líderes estrangeiros durante visitas oficiais, tornando a detenção de Netanyahu pouco provável.