De acordo com o Comando Central dos EUA, as forças militares americanas suspenderam os ataques ao Irão a 27 de julho, depois de as operações terem atingido o que o comandante Brad Cooper descreveu como “o limite de eficácia”. A avaliação influenciou a decisão do presidente Trump de pausar a ação militar após quase duas semanas de ataques em torno do Estreito de Ormuz. O Irão também suspendeu operações contra alvos na região.
O presidente do Estado-Maior Conjunto dos EUA, Dan Kain, assinalou que os stocks de mísseis intercetores estão a diminuir, o que poderá afetar a capacidade dos EUA de defender posições e aliados. O embaixador dos EUA na ONU, Mike Waltz, disse que a pausa tem como objetivo “criar espaço para a diplomacia”, com Trump a procurar negociações renovadas. O Irão e o Omã estão a discutir a reposição de um cessar-fogo, e os EUA e o Reino Unido planeiam conversações de alto nível em Londres para formar uma coligação internacional para a segurança marítima no Estreito de Ormuz.