Olhe para onde estamos hoje—a maioria das pessoas em todo o mundo desfruta de padrões de vida que pareceriam impossíveis há um século. Smartphones, cuidados de saúde acessíveis, fornecimento global de alimentos, educação acessível. Como isso aconteceu? Simples: economias de mercado com incentivos reais.
Quando as pessoas beneficiam diretamente do seu trabalho e inovação, elas se esforçam. Empreendedores assumem riscos, trabalhadores desenvolvem habilidades, empresas competem para oferecer produtos melhores a preços mais baixos. Esse é o motor.
Mas aqui é onde fica interessante: agora estamos vendo instituições e governos expandindo seu papel, financiando coisas tradicionalmente deixadas para os mercados. A tensão é real. Os sistemas centralizados oferecem a mesma faísca? A história sugere que a estrutura de incentivos importa muito mais do que quem está escrevendo o cheque.
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SerRugResistant
· 13h atrás
Diz bem, mas acho que o problema agora é que os subsídios do governo distorceram completamente o mercado
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GhostAddressHunter
· 19h atrás
A visão de mercado econômico da NGL é demasiado idealista, a realidade é muito mais complexa
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OPsychology
· 19h atrás
Portanto, no final das contas, tudo se resume a interesses; sem aquele "gosto" especial, ninguém se daria ao trabalho de se mexer.
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governance_ghost
· 19h atrás
nah Diz que é bonito, mas a realidade é que, assim que o governo intervém, começa a travar o progresso
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GasFeeLover
· 20h atrás
NGL, este argumento é um pouco ingênuo... Há também muitas inovações incríveis em projetos financiados pelo governo, como a NASA, protocolos de internet, esses contam?
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ZenChainWalker
· 20h atrás
Ah, mais uma vez aquela teoria universal do mercado... Mas realmente há algo de verdade nisso
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SchrodingerWallet
· 20h atrás
O discurso da economia de mercado não está errado, mas a questão é... quantos países realmente deixam o mercado falar? A maioria ainda é o mercado na boca, enquanto o corpo e o governo subsidiam, haha
Olhe para onde estamos hoje—a maioria das pessoas em todo o mundo desfruta de padrões de vida que pareceriam impossíveis há um século. Smartphones, cuidados de saúde acessíveis, fornecimento global de alimentos, educação acessível. Como isso aconteceu? Simples: economias de mercado com incentivos reais.
Quando as pessoas beneficiam diretamente do seu trabalho e inovação, elas se esforçam. Empreendedores assumem riscos, trabalhadores desenvolvem habilidades, empresas competem para oferecer produtos melhores a preços mais baixos. Esse é o motor.
Mas aqui é onde fica interessante: agora estamos vendo instituições e governos expandindo seu papel, financiando coisas tradicionalmente deixadas para os mercados. A tensão é real. Os sistemas centralizados oferecem a mesma faísca? A história sugere que a estrutura de incentivos importa muito mais do que quem está escrevendo o cheque.