

Os criptoativos são ativos digitais constituídos por dados eletrónicos, existindo exclusivamente online e sem qualquer forma física, como o numerário. Após revisões legais, o termo "moeda virtual" foi substituído por "criptoativo", expressão atualmente utilizada de forma generalizada.
A principal característica dos criptoativos reside na possibilidade de serem trocados por moeda com curso legal, não sendo emitidos nem garantidos por bancos ou governos. O seu valor é determinado unicamente pela oferta e procura do mercado, originando oscilações de preços muito acentuadas. Esta volatilidade proporciona oportunidades para ganhos rápidos, mas também expõe os investidores a riscos significativos de perda.
Nos termos da Lei dos Serviços de Pagamento, os criptoativos são definidos como valores patrimoniais que reúnem as seguintes caraterísticas: podem ser usados em pagamentos a partes indeterminadas, trocados por moeda com curso legal (como ienes ou dólares), registados eletronicamente e transferíveis através da internet, não sendo moeda com curso legal nem ativos denominados em moeda com curso legal (como cartões pré-pagos ou dinheiro eletrónico).
Habitualmente, a compra e conversão de criptoativos realiza-se através de bolsas ou balcões de venda. Estes prestadores constituem uma ponte essencial entre os investidores e o mercado de criptoativos, sendo a escolha de um operador idóneo o primeiro passo para transações seguras.
Os criptoativos podem proporcionar retornos elevados, mas comportam igualmente diversos riscos. As autoridades financeiras emitiram vários alertas importantes para quem pondera investir neste tipo de ativos.
Em primeiro lugar, é fundamental perceber que os criptoativos não são "moeda com curso legal". Assim, o seu valor não é garantido por qualquer governo, dependendo apenas da confiança e dinâmica do mercado. Os preços dos criptoativos apresentam grande volatilidade, e as oscilações imprevisíveis podem provocar alterações substanciais no valor dos ativos.
Ao recorrer a uma bolsa de criptoativos, é imprescindível confirmar o registo do operador. Negociar com entidades não registadas aumenta muito o risco de fraude e de perda de ativos. Antes de negociar, procure esclarecimentos detalhados junto do prestador e compreenda plenamente os termos da transação e os riscos inerentes.
Nos últimos tempos, aumentaram os relatos de criptoativos e moedas fraudulentas. Esteja atento a promessas tentadoras como "lucros garantidos" ou "oportunidades exclusivas" e evite esquemas fraudulentos ou práticas comerciais abusivas.
1. Risco de flutuação súbita de preços
O mercado de criptoativos distingue-se pela sua extrema volatilidade. Em comparação com o mercado acionista ou cambial, os preços dos criptoativos podem variar dezenas de por cento — ou múltiplos — num curto espaço de tempo.
Decisões políticas, novas regulamentações, entradas ou saídas de grandes empresas e declarações de figuras influentes podem alterar preços de forma instantânea. Estes fatores podem provocar subidas ou quedas consideráveis em apenas uma noite. Notícias sobre regulação podem reduzir preços para metade em poucas horas, enquanto anúncios de grandes empresas podem gerar aumentos repentinos.
Esta volatilidade acentuada exerce forte pressão psicológica, dificultando decisões racionais. Os investidores menos experientes podem encontrar dificuldades na resposta adequada, aumentando o risco de perdas por decisões emocionais.
2. Riscos de projetos fraudulentos e desinformação
O crescimento do mercado de criptoativos trouxe consigo a proliferação de projetos fraudulentos e informações falsas. Os esquemas aliciam investidores com promessas como "multiplicar o seu dinheiro dezenas de vezes" ou "oportunidades de investimento exclusivas", conduzindo ao investimento em projetos sem substância real.
Histórias de sucesso forjadas e relatos de lucros fictícios circulam amplamente online e nas redes sociais, provocando perdas em mais investidores. Existem ainda contas falsas que se fazem passar por celebridades ou especialistas, tornando essencial avaliar a credibilidade da informação.
Ao decidir investir, analise o conteúdo do projeto, a credibilidade da equipa de desenvolvimento e a viabilidade técnica. Redobre a atenção perante promessas demasiado otimistas ou propostas com lucros garantidos.
3. Riscos de cibersegurança
Como ativos digitais, os criptoativos obrigam à adoção de medidas de segurança online rigorosas. Entre os incidentes registam-se roubos de ativos em ciberataques, esquemas de phishing e roubo de chaves privadas ou palavras-passe por páginas de início de sessão falsas.
Grandes bolsas sofreram ataques de grande dimensão, resultando em perdas consideráveis. As carteiras individuais são cada vez mais visadas, e investidores com práticas de segurança insuficientes estão particularmente expostos.
É fundamental implementar medidas básicas de segurança — autenticação de dois fatores, palavras-passe robustas, gestão rigorosa das chaves privadas. A vigilância diária é igualmente crucial: evite e-mails e links suspeitos e inicie sempre sessão a partir dos sites oficiais.
4. Riscos fiscais
A legislação fiscal japonesa sobre transações de criptoativos pode representar um encargo relevante para os investidores. Os lucros desta atividade são classificados como rendimentos diversos e tributados em conjunto com outros, num sistema global.
É necessário especial atenção se os lucros anuais excederem ¥200 000, o que obriga à entrega de declaração fiscal. A taxa de imposto progressiva pode atingir 55% (imposto sobre o rendimento de 45% + imposto municipal de 10%), ultrapassando largamente a taxa de cerca de 20% aplicada ao investimento em ações.
A troca de criptoativos ou a sua utilização para compras também é tributada, exigindo cálculos de lucros e registo de cada operação. O incumprimento destas obrigações pode resultar em impostos adicionais ou coimas avultadas.
5. Riscos de alterações regulamentares
O mercado de criptoativos é ainda recente e cada país está a definir o seu enquadramento regulatório. Mudanças súbitas podem condicionar a negociação ou provocar quedas abruptas dos preços.
Por todo o mundo, decorrem iniciativas de reforço regulatório, com novas regras de combate ao branqueamento de capitais, proteção do investidor e estabilidade financeira. Mudanças regulamentares podem ter impacto considerável no mercado, originando oscilações de preços e alterações no ambiente de negociação.
Os investidores devem acompanhar as tendências regulatórias nacionais e internacionais e perceber o possível impacto no mercado.
6. Perda de ativos por erro de transferência
As transferências de criptoativos diferem substancialmente das operações bancárias tradicionais. O ponto essencial é que, após a execução, uma transferência não pode, em regra, ser anulada.
Basta um carácter errado no endereço do destinatário para que os ativos sejam enviados para um destino incorreto, tornando a recuperação virtualmente impossível. Transferências para redes não suportadas também podem resultar em perda de ativos. Estes erros são frequentes entre iniciantes, havendo casos de perda total por um único engano.
Confirme sempre cuidadosamente os endereços e teste transferências com quantias reduzidas para minimizar o risco.
A negociação de criptoativos inclui operações à vista e operações com alavancagem. Na negociação à vista, compra-se dentro do disponível, enquanto a alavancagem permite recorrer a fundos emprestados para aumentar o volume negociado.
A alavancagem permite obter lucros maiores com menos capital, mas as perdas podem aumentar na mesma proporção. Por exemplo, ¥100 000 com alavancagem 10x permite negociar ¥1 milhão, mas uma queda de 10% no preço elimina todo o capital.
Os principais analistas de criptoativos avisam que poucos investidores têm sucesso a longo prazo com alavancagem elevada, sendo que a maioria sofre perdas substanciais após ganhos de curto prazo e abandona o mercado.
Falhas na negociação com alavancagem podem não só anular o capital, como também originar dívida. Com oscilações frequentes e movimentos imprevisíveis, uma gestão de risco inadequada pode gerar perdas catastróficas.
Em períodos de forte volatilidade, liquidações forçadas ("stop-loss cuts") podem causar perdas inesperadas. Negociar com alavancagem sem conhecer estes riscos é extremamente perigoso.
Como os criptoativos são guardados digitalmente, ataques a bolsas ou carteiras pessoais podem resultar em roubo imediato de ativos. Várias grandes bolsas sofreram ciberataques com perdas significativas.
As bolsas japonesas são obrigadas a segregar os ativos dos clientes dos seus próprios, protegendo os clientes em caso de insolvência. Na maioria dos incidentes, os ativos foram devolvidos aos clientes.
Bolsas estrangeiras sem essa obrigação frequentemente não oferecem tal proteção, elevando o risco de saída de ativos. Algumas interromperam operações abruptamente, deixando os clientes sem recuperação dos ativos.
Escolher uma bolsa nacional registada é fundamental para mitigar riscos. Também é recomendável transferir grandes detenções para carteiras sob gestão própria, diversificando ao invés de manter tudo na bolsa.
Individualmente, a gestão rigorosa das chaves privadas, autenticação de dois fatores e alteração frequente das palavras-passe são precauções de segurança essenciais.
A elevada volatilidade do mercado de criptoativos dificulta a definição de limites claros de perda. Manter ativos na esperança de recuperação após quedas — as chamadas posições "presas" — é o erro mais comum, causando perdas acrescidas.
Ativos em queda podem continuar a desvalorizar, sobretudo em projetos sem fundamento ou moedas com baixa procura. A resistência psicológica à realização de perdas leva os investidores a manter posições, agravando os prejuízos.
Para limitar as perdas, defina previamente um nível de stop-loss e execute vendas de forma mecânica, sem emoções, se for atingido. Por exemplo, uma regra como "vender se o preço cair 20% após a compra" pode evitar perdas devastadoras.
Apesar de algumas valorizações rápidas e ganhos avultados para certos investidores, concentrar tudo num único ativo é muito arriscado. Quedas súbitas podem eliminar o valor, pelo que é fundamental diversificar e acompanhar o mercado para reduzir o risco.
Os IEO (Initial Exchange Offerings) têm conquistado atenção no Japão como alternativa aos ICO para financiamento de projetos. Num IEO, a bolsa apoia a emissão e venda de novos tokens para angariação de fundos.
As bolsas realizam avaliações próprias para os IEO, o que reduz o risco de fraude face aos ICO. No entanto, a aprovação não garante o sucesso do projeto.
Alguns projetos financiados por IEO não corresponderam às expectativas de serviço ou produto, com quedas acentuadas do token ou falência do projeto. Os investidores podem perder o investimento, tornando os tokens praticamente sem valor.
Ao ponderar um IEO, avalie a viabilidade do projeto, experiência e histórico da equipa e a procura de mercado. Verifique o rigor da avaliação da bolsa e consulte o histórico de sucesso de IEO anteriores.
O Japão registou vários incidentes associados a criptoativos. A segregação de ativos permitiu frequentemente a recuperação dos fundos dos clientes. Eis exemplos marcantes e as respostas adotadas.
Um dos casos envolveu a falência de uma subsidiária japonesa, na sequência do colapso da empresa-mãe. Graças à segregação de ativos prevista na lei japonesa, os ativos dos clientes ficaram protegidos, os levantamentos foram retomados rapidamente e a maior parte dos fundos devolvida.
Este caso demonstrou a eficácia das regras japonesas de proteção ao cliente. Mesmo com o colapso da empresa-mãe no estrangeiro, os ativos domésticos foram geridos separadamente, minimizando o impacto.
Uma importante bolsa japonesa foi alvo de um ataque de grande escala, resultando na fuga de cerca de ¥58 mil milhões. O incidente deveu-se a falhas de segurança, nomeadamente a utilização de carteiras online ("hot") na gestão dos ativos dos clientes.
A bolsa compensou os clientes e reforçou significativamente as medidas de segurança. A nível setorial, os padrões foram revistos e a importância da gestão offline ("cold") foi reforçada.
No início dos criptoativos, uma das maiores bolsas mundiais foi hackeada, perdendo cerca de 850 000 BTC (então avaliados em ¥48 mil milhões) e entrando em falência.
A falha de segregação de ativos deixou a maior parte dos fundos sem proteção. Parte foi recuperada após longos processos judiciais, estando ainda em curso devoluções. O incidente impulsionou a sensibilização para a importância da segurança e gestão de ativos.
Recentemente, uma grande bolsa japonesa foi alvo de um ataque, originando uma saída de ¥48,2 mil milhões em Bitcoin. A bolsa respondeu rapidamente, reforçando as medidas de segurança.
Após o incidente, empresas do grupo mobilizaram fundos para compensar os utilizadores. Esta atuação célere contribuiu para manter a confiança e demonstrou a capacidade de resposta das bolsas japonesas.
Empresas de análise de blockchain referem que o mercado de criptoativos está numa fase de crescimento, recuperando de incidentes e quedas anteriores. As transações ilícitas estão a diminuir, registando-se uma queda acentuada da atividade criminosa.
Fraudes e furtos estão também em declínio, especialmente os ataques DeFi (finanças descentralizadas). Tal é atribuído à maior segurança dos protocolos DeFi e ao aumento da sensibilização setorial para a segurança.
No entanto, os ataques de ransomware e as transações ilícitas na darknet estão em alta. O ransomware exige frequentemente pagamentos em criptoativos, tirando partido do anonimato. As operações envolvendo entidades sancionadas continuam elevadas, evidenciando a necessidade de reforço regulatório internacional.
Com o amadurecimento do mercado, alguns crimes diminuem, mas novas táticas surgem, exigindo vigilância contínua.
Os investidores que registam perdas frequentes em criptoativos apresentam geralmente traços comuns. Se identificar algum destes pontos, adote precauções acrescidas.
As notícias sobre criptoativos destacam frequentemente subidas acentuadas, atraindo quem procura lucros imediatos — com elevado risco de insucesso.
Este perfil investe com base em expectativas de preço, ignorando fundamentos ou perspetivas de longo prazo. Como resultado, perde controlo emocional e pode apostar seguidamente após perdas, entrando num ciclo negativo.
Usar dinheiro destinado a despesas ou recorrer a crédito é extremamente arriscado. O investimento em criptoativos deve ser feito apenas com capital excedente e em montantes que não afetem a vida diária. A ânsia do "golpe de sorte" dificulta a disciplina e aumenta o risco de problemas financeiros.
As redes sociais e a internet estão repletas de promessas como "esta moeda vai disparar" ou "dicas privilegiadas". Quem não analisa criticamente as fontes e acredita nestas mensagens está mais exposto ao insucesso.
Decidir com base em rumores ou opiniões sem verificar a credibilidade ou intenção da fonte aumenta o risco de fraudes ou projetos fictícios. Tenha especial atenção a informação de origem anónima ou não verificada.
Ao investir, recolha informação de fontes fidedignas e consulte dados oficiais dos projetos ou análises independentes. Considere sempre o contexto e evite ser influenciado por conteúdos desatualizados ou tendenciosos.
O mercado de criptoativos apresenta volatilidade muito superior à dos mercados acionista ou obrigacionista. Quem subestima o risco de perdas elevadas, a par de potenciais ganhos, tende a perder rapidamente os seus ativos.
Este perfil falha na avaliação da tolerância ao risco, investe de forma imprudente, recorre a alavancagem excessiva ou ignora a diversificação — concentrando todos os fundos numa moeda e negligenciando a gestão do risco.
Uma boa gestão de risco exige conhecer a sua situação patrimonial, experiência de investimento e tolerância ao risco, desenvolvendo uma estratégia adequada. É ainda essencial resiliência psicológica perante as oscilações do mercado.
Estima-se que apenas 5% da população mundial invista em criptoativos, o que demonstra que o mercado está em fase inicial de crescimento. Entrar cedo pode trazer vantagens.
Os dados históricos mostram que os principais criptoativos geraram retornos elevados a longo prazo. O Bitcoin, por exemplo, registou médias anuais de várias centenas por cento na última década, superando amplamente os investimentos tradicionais.
A participação institucional está a crescer, com grandes instituições financeiras e empresas a integrarem criptoativos nas carteiras. Estão também a surgir mais produtos financeiros baseados em criptoativos, permitindo o acesso a investidores que antes não conseguiam investir diretamente.
Os desenvolvimentos políticos influenciam o mercado. Alguns países veem os criptoativos como ativos estratégicos, podendo impulsionar a valorização. As moedas digitais de bancos centrais (CBDC) estão em desenvolvimento, aumentando o interesse global nos ativos digitais.
As aplicações do blockchain vão além das finanças, abrangendo gestão de cadeias de abastecimento, identidade digital, aplicações descentralizadas, entre outros — aumentando a utilidade e o valor dos criptoativos.
Países em desenvolvimento preparam-se para a adoção nacional de criptoativos. Para Estados com moedas instáveis ou sistemas financeiros frágeis, os criptoativos podem funcionar como nova infraestrutura.
Contudo, o potencial futuro depende do quadro regulatório, dos desafios técnicos e da maturidade do mercado. Avalie estes fatores globalmente e decida com perspetiva de longo prazo.
Para beneficiar das vantagens do investimento em criptoativos com controlo de risco, conheça e aplique estes cinco princípios essenciais.
1. Verificar a informação
Aceitar informação de redes sociais ou fóruns sem validação é altamente arriscado. Confirme sempre os dados através de várias fontes fidedignas e verifique a autenticidade.
Leia os white papers oficiais para compreender os problemas endereçados, a tecnologia, a viabilidade e o posicionamento competitivo.
Analise o percurso da equipa de desenvolvimento e desconfie de equipas anónimas ou sem histórico comprovado.
Relatórios independentes e opiniões de especialistas podem ser úteis, mas não devem ser considerados infalíveis. Dedique tempo à pesquisa e análise para aumentar o sucesso.
2. Começar com investimentos à vista
Os principiantes devem evitar a negociação com alavancagem e começar pelos investimentos à vista. Neste regime, as perdas limitam-se ao valor investido.
A negociação com alavancagem envolve riscos elevados, mesmo para investidores experientes, e a volatilidade pode gerar perdas inesperadas. Para iniciantes, a alavancagem acrescenta risco desnecessário.
Use os investimentos à vista para aprender a dinâmica do mercado, testar a sua tolerância ao risco e explorar gradualmente outros métodos. Esta abordagem progressiva favorece o sucesso sustentável.
3. Diversificar em percentagens reduzidas
O universo dos criptoativos integra milhares de moedas, cada uma com diferentes riscos e potenciais retornos. Apostar tudo numa só moeda é altamente arriscado.
Divida os ativos por várias moedas para diluir o impacto de quedas pontuais. Por exemplo, destine a maior parte a moedas principais como Bitcoin ou Ethereum e invista pequenas percentagens em altcoins promissoras.
Limite a exposição a moedas de elevado risco a uma fração reduzida e privilegie as principais para equilíbrio.
Combine criptoativos com ações ou obrigações para diversificação adicional.
4. Definir um limite de perda claro
Evite decisões impulsivas estipulando regras de stop-loss antes de investir. Por exemplo, "vender se o preço baixar 20% face à compra", cumprindo rigorosamente para evitar acumular perdas.
Ajuste as linhas de stop-loss à sua tolerância ao risco e objetivos, executando-as sem hesitação. Esperar por recuperações pode ampliar o prejuízo.
Defina ainda regras para realização de ganhos; ao atingir o objetivo, venda parte ou todo o investimento para garantir lucros e evitar perder ganhos em quedas posteriores.
5. Utilizar bolsas nacionais
As bolsas japonesas são sujeitas a regulamentação apertada e exigem segregação de ativos, salvaguardando os clientes em caso de insolvência.
Algumas bolsas estrangeiras não oferecem essa proteção, têm normas menos exigentes ou segurança insuficiente. O apoio ao cliente pode ser limitado, dificultando a resolução de incidentes.
Ao selecionar uma bolsa nacional, avalie o registo, a segurança, o histórico de incidentes, as comissões e as moedas disponíveis.
Evite manter grandes valores nas bolsas; transfira as detenções de longo prazo para carteiras físicas para maior segurança.
Os criptoativos oferecem novas oportunidades de investimento, mas mantêm riscos relevantes, como volatilidade, fraude, ciberataques e fiscalidade. Grandes ataques e falências ocorreram em vários mercados, impactando muitos investidores.
O Japão é um alvo frequente de ciberataques a criptoativos, tendo as bolsas nacionais registado múltiplos incidentes. Uma regulamentação rigorosa permitiu, na maioria dos casos, proteger e devolver os fundos aos clientes.
Os investidores mais expostos ao insucesso são os que procuram ganhos rápidos, aceitam informação sem filtro e descuram a gestão do risco. Se se identificar com estes padrões, reavalie a abordagem antes de investir.
Os criptoativos têm potencial de futuro. A adoção institucional, a evolução tecnológica e a melhoria da regulação estão a maturar o mercado. Uma entrada precoce pode ser vantajosa, mas exige sempre uma gestão de risco cuidada.
Antes de investir, procure informação credível, conheça os fundamentos dos projetos e baseie as decisões em dados sólidos. Comece com investimentos à vista, diversifique, defina stop-loss, utilize bolsas nacionais e adote práticas de gestão do risco.
Com conhecimento e disciplina, o investimento em criptoativos pode ser um caminho viável para gerar riqueza, mas decisões impulsivas ou expectativas irrealistas podem conduzir a perdas avultadas. Conheça os riscos e estratégias de mitigação e tome decisões ponderadas, ajustadas ao seu perfil — este é o primeiro passo para o sucesso.
Os riscos incluem volatilidade extrema, fraude e esquemas ilegais, ciberataques, taxas fiscais elevadas e responsabilidade individual. Sem uma autoridade central, pode não existir compensação em caso de problemas.
Negociação excessiva com alavancagem, manter posições perdedoras, práticas de segurança frágeis, investimentos não planeados em produtos de alto risco como ICO e operar sem pesquisa ou planeamento são causas frequentes de perdas substanciais.
Conheça os riscos e invista apenas capital excedente. Opte por plataformas de confiança, privilegie estratégias de longo prazo e diversificação e mantenha serenidade perante oscilações do mercado.
Os criptoativos são altamente voláteis e sujeitos a riscos de fraude e ataques informáticos. Opte por prestadores registados, utilize autenticação de dois fatores, vigie eventuais esquemas e confirme junto da Agência de Serviços Financeiros.
Os criptoativos têm regulação limitada, são dominados pelo trading especulativo e muito sensíveis a notícias, o que resulta em volatilidade extrema. As variações anuais ultrapassam frequentemente 50–100%, muito acima de ações e ouro.
Defina palavras-passe robustas, utilize autenticação de dois fatores, evite esquemas de phishing e guarde fundos em carteiras seguras. Não utilize Wi-Fi público e reveja regularmente as definições de segurança.











