Tether lança o MiningOS de código aberto, inaugurando uma nova era de "desblack-boxing" para os mineiros de Bitcoin, permitindo maior transparência e controle sobre o processo de mineração.
2 de fevereiro de 2024, notícias, a emissora de stablecoins Tether lançou oficialmente o sistema operacional de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS (MOS), oferecendo aos mineiros globais uma alternativa auto-hospedada e escalável, tentando romper com o ecossistema de mineração dominado por softwares fechados por fornecedores há muito tempo.
A Tether afirmou que o MiningOS é uma pilha de software modular que suporta desde mineradoras domésticas até grandes fazendas industriais em várias regiões e múltiplos locais. O sistema visa reduzir a complexidade operacional e diminuir a dependência de plataformas de monitoramento proprietárias e serviços centralizados.
Na apresentação oficial, a Tether afirmou que o MOS introduz transparência, abertura e colaboração no núcleo da infraestrutura de mineração de Bitcoin, sem problemas de bloqueio de dispositivos ou softwares. Sua arquitetura auto-hospedada comunica-se com os dispositivos via rede ponto a ponto, permitindo que os mineiros gerenciem centralmente e façam agendamento em tempo real sem necessidade de serviços de terceiros.
O CEO da Tether, Paolo Ardoino, descreveu o MOS como uma “plataforma operacional completa”, que pode ser expandida de configurações de pequena escala para grandes clusters de mineração, atendendo às diferentes necessidades de poder de hashing e produção. Os mineiros podem configurar de forma flexível os nós, sistemas de monitoramento e conexões de rede de acordo com suas condições.
Já em junho do ano passado, a Tether anunciou que lançaria um sistema operacional de mineração de código aberto, enfatizando que os novos mineiros deveriam poder participar da competição sem depender de ferramentas proprietárias de alto custo. O lançamento oficial marca uma fase concreta na implementação de sua infraestrutura de mineração.
O MiningOS utiliza a licença Apache 2.0 e é construído com o protocolo ponto a ponto Holepunch, garantindo que a pilha tecnológica não seja limitada por um único fornecedor de serviços. Essa iniciativa também posiciona a Tether na linha de frente na promoção de um ecossistema de mineração de código aberto, em sintonia com empresas como a Block, de Jack Dorsey.
Em um contexto de competição de poder de hashing cada vez mais acirrada, com custos de energia e operação em constante ascensão, sistemas abertos e personalizáveis são vistos como ferramentas importantes para os mineiros aumentarem a eficiência e reduzirem riscos. Com o lançamento do MOS, a indústria de mineração de Bitcoin pode entrar em uma nova fase de maior descentralização e transparência.
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Tether lança o MiningOS de código aberto, inaugurando uma nova era de "desblack-boxing" para os mineiros de Bitcoin, permitindo maior transparência e controle sobre o processo de mineração.
2 de fevereiro de 2024, notícias, a emissora de stablecoins Tether lançou oficialmente o sistema operacional de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS (MOS), oferecendo aos mineiros globais uma alternativa auto-hospedada e escalável, tentando romper com o ecossistema de mineração dominado por softwares fechados por fornecedores há muito tempo.
A Tether afirmou que o MiningOS é uma pilha de software modular que suporta desde mineradoras domésticas até grandes fazendas industriais em várias regiões e múltiplos locais. O sistema visa reduzir a complexidade operacional e diminuir a dependência de plataformas de monitoramento proprietárias e serviços centralizados.
Na apresentação oficial, a Tether afirmou que o MOS introduz transparência, abertura e colaboração no núcleo da infraestrutura de mineração de Bitcoin, sem problemas de bloqueio de dispositivos ou softwares. Sua arquitetura auto-hospedada comunica-se com os dispositivos via rede ponto a ponto, permitindo que os mineiros gerenciem centralmente e façam agendamento em tempo real sem necessidade de serviços de terceiros.
O CEO da Tether, Paolo Ardoino, descreveu o MOS como uma “plataforma operacional completa”, que pode ser expandida de configurações de pequena escala para grandes clusters de mineração, atendendo às diferentes necessidades de poder de hashing e produção. Os mineiros podem configurar de forma flexível os nós, sistemas de monitoramento e conexões de rede de acordo com suas condições.
Já em junho do ano passado, a Tether anunciou que lançaria um sistema operacional de mineração de código aberto, enfatizando que os novos mineiros deveriam poder participar da competição sem depender de ferramentas proprietárias de alto custo. O lançamento oficial marca uma fase concreta na implementação de sua infraestrutura de mineração.
O MiningOS utiliza a licença Apache 2.0 e é construído com o protocolo ponto a ponto Holepunch, garantindo que a pilha tecnológica não seja limitada por um único fornecedor de serviços. Essa iniciativa também posiciona a Tether na linha de frente na promoção de um ecossistema de mineração de código aberto, em sintonia com empresas como a Block, de Jack Dorsey.
Em um contexto de competição de poder de hashing cada vez mais acirrada, com custos de energia e operação em constante ascensão, sistemas abertos e personalizáveis são vistos como ferramentas importantes para os mineiros aumentarem a eficiência e reduzirem riscos. Com o lançamento do MOS, a indústria de mineração de Bitcoin pode entrar em uma nova fase de maior descentralização e transparência.