Stablecoin emissor Tether lança oficialmente o sistema operativo de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS (MOS), licenciado sob Apache 2.0, enfatizando serviços descentralizados, sem backdoors e sem dependências de terceiros. Pode ser utilizado gratuitamente por mineradores individuais até grandes instituições, com o objetivo de tornar a mineração de Bitcoin mais democrática e descentralizada.
(Contexto anterior: CEO da Tether afirma que este ano quer se tornar a maior empresa de mineração de Bitcoin do mundo: minerar é essencial para garantir a segurança do BTC)
(Informação adicional: A ambição da Tether vai além do USDT: nos próximos seis meses, investir 5 bilhões de dólares em “mineração de Bitcoin” para conquistar a supremacia de poder computacional)
Índice deste artigo
Características principais do MiningOS: aberto, modular, sem bloqueios
CEO Paolo Ardoino: operacional desde uso doméstico até industrial
Expansão contínua do mapa de mineração da Tether
O emissor do stablecoin USDT, Tether, lançou oficialmente em 3 de fevereiro seu sistema operacional de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS (abreviado como MOS), cumprindo a promessa feita em junho do ano passado. Este sistema visa reduzir as barreiras à entrada na mineração, promovendo uma distribuição mais descentralizada do poder computacional na rede Bitcoin.
Características principais do MiningOS: aberto, modular, sem bloqueios
Segundo a Tether, o MiningOS é um sistema operacional de mineração modular e escalável, adequado para desde entusiastas amadores até grandes fazendas de mineração. Suas principais características incluem:
Licença de código aberto Apache 2.0, permitindo uso, desenvolvimento e melhorias gratuitas por qualquer pessoa
Construído sobre o protocolo P2P Holepunch
Sem serviços centralizados, backdoors ou dependências de terceiros
Mineradores podem ajustar configurações de acordo com seu tamanho e necessidade de produção
Compatível com diversas infraestruturas, abrangendo uma ampla gama de aplicações
A Tether destaca que o conceito central do sistema é “sem caixas pretas, sem bloqueios, sem limites” (No black boxes. No lock-in. No Limits.), com o objetivo de trazer maior transparência, abertura e espírito colaborativo às infraestruturas de Bitcoin.
CEO Paolo Ardoino: operacional desde uso doméstico até industrial
O CEO da Tether, Paolo Ardoino, descreve o MiningOS como uma “plataforma operacional completa”, capaz de se expandir de dispositivos domésticos para fazendas de mineração industriais em múltiplas regiões geográficas.
Isso difere da estratégia de mineração da Block, empresa fundada pelo cofundador do Twitter, Jack Dorsey. Os hardwares de mineração da Block são projetados para equipamentos proprietários, enquanto o MiningOS enfatiza compatibilidade com diversas infraestruturas, permitindo que mais mineradores participem sem obstáculos.
Expansão contínua do mapa de mineração da Tether
O lançamento do MiningOS é o mais recente passo na estratégia de mineração de Bitcoin da Tether. Desde 2023, a Tether investiu mais de 500 milhões de dólares na área de mineração, construindo fazendas na Uruguai, Paraguai, El Salvador, entre outros, e colaborando com a empresa agrícola sul-americana Adecoagro na implementação de energias renováveis.
Paolo Ardoino afirmou anteriormente que a Tether possui mais de 100 mil Bitcoins, e que o investimento em mineração não é apenas uma questão financeira, mas uma contribuição para a segurança da rede Bitcoin. Com o lançamento do MiningOS, essa promessa é agora aberta à comunidade global de mineradores.
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Tether lança o sistema de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS, que é gratuito, sem backdoors e sem dependências de terceiros.
Stablecoin emissor Tether lança oficialmente o sistema operativo de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS (MOS), licenciado sob Apache 2.0, enfatizando serviços descentralizados, sem backdoors e sem dependências de terceiros. Pode ser utilizado gratuitamente por mineradores individuais até grandes instituições, com o objetivo de tornar a mineração de Bitcoin mais democrática e descentralizada.
(Contexto anterior: CEO da Tether afirma que este ano quer se tornar a maior empresa de mineração de Bitcoin do mundo: minerar é essencial para garantir a segurança do BTC)
(Informação adicional: A ambição da Tether vai além do USDT: nos próximos seis meses, investir 5 bilhões de dólares em “mineração de Bitcoin” para conquistar a supremacia de poder computacional)
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O emissor do stablecoin USDT, Tether, lançou oficialmente em 3 de fevereiro seu sistema operacional de mineração de Bitcoin de código aberto MiningOS (abreviado como MOS), cumprindo a promessa feita em junho do ano passado. Este sistema visa reduzir as barreiras à entrada na mineração, promovendo uma distribuição mais descentralizada do poder computacional na rede Bitcoin.
Características principais do MiningOS: aberto, modular, sem bloqueios
Segundo a Tether, o MiningOS é um sistema operacional de mineração modular e escalável, adequado para desde entusiastas amadores até grandes fazendas de mineração. Suas principais características incluem:
A Tether destaca que o conceito central do sistema é “sem caixas pretas, sem bloqueios, sem limites” (No black boxes. No lock-in. No Limits.), com o objetivo de trazer maior transparência, abertura e espírito colaborativo às infraestruturas de Bitcoin.
CEO Paolo Ardoino: operacional desde uso doméstico até industrial
O CEO da Tether, Paolo Ardoino, descreve o MiningOS como uma “plataforma operacional completa”, capaz de se expandir de dispositivos domésticos para fazendas de mineração industriais em múltiplas regiões geográficas.
Isso difere da estratégia de mineração da Block, empresa fundada pelo cofundador do Twitter, Jack Dorsey. Os hardwares de mineração da Block são projetados para equipamentos proprietários, enquanto o MiningOS enfatiza compatibilidade com diversas infraestruturas, permitindo que mais mineradores participem sem obstáculos.
Expansão contínua do mapa de mineração da Tether
O lançamento do MiningOS é o mais recente passo na estratégia de mineração de Bitcoin da Tether. Desde 2023, a Tether investiu mais de 500 milhões de dólares na área de mineração, construindo fazendas na Uruguai, Paraguai, El Salvador, entre outros, e colaborando com a empresa agrícola sul-americana Adecoagro na implementação de energias renováveis.
Paolo Ardoino afirmou anteriormente que a Tether possui mais de 100 mil Bitcoins, e que o investimento em mineração não é apenas uma questão financeira, mas uma contribuição para a segurança da rede Bitcoin. Com o lançamento do MiningOS, essa promessa é agora aberta à comunidade global de mineradores.