As preocupações com a inflação têm estado em foco nos últimos anos. O ouro ocupa o palco. A prata recebe uma menção. Depois, a discussão geralmente para por aí. O analista Alex Mason argumenta que essa abordagem ignora completamente a verdadeira negociação.
No seu post recente, Mason apresentou uma visão mais ampla de proteção contra a inflação, apoiada por um gráfico de longo prazo sobre períodos de rotação de capital. A sua mensagem principal é clara: a inflação não afeta apenas os preços, ela tensiona os sistemas. E o capital tende a rotacionar para aquilo que mantém esses sistemas em funcionamento.
O que Mason Está Realmente Dizendo
A Explicação do Gráfico de Rotação de Capital
Por que Energia e Infraestrutura São Importantes Aqui
O Sinal de Proporção que Ele Destaca
Por que Esta Negociação é Silenciosa
O que Mason Está Realmente Dizendo
Mason não está a descartar o ouro. Ele afirma explicitamente que não o está vendendo. O ouro ainda desempenha seu papel como reserva de valor. A diferença está no foco. O ouro protege as poupanças. Os ativos que ele está comprando protegem a função.
O seu quadro segue uma cadeia simples:
Energia → Eletricidade → Alimentação → Materiais
Quando o dinheiro perde credibilidade, a demanda não desaparece. Ela se desloca para os insumos que não podem ser substituídos ou escalados rapidamente. Petróleo, gás, geração de energia, urânio, cobre, fertilizantes e infraestrutura industrial estão na base dessa cadeia. Sem eles, nada mais funciona.
Por isso, ele descreve isso como uma negociação de sistema, não uma aposta em um único ativo.
A Explicação do Gráfico de Rotação de Capital
O gráfico que Mason compartilhou divide a história em fases repetidas de comportamento de capital. Ele marca três ambientes amplos:
Anos de pânico, quando a confiança colapsa
Anos de expansão, quando os preços estão altos e a apetência por risco domina
Anos de compressão, quando os ativos estão baratos e o capital se posiciona discretamente
Fonte: X/@AlexMasonCrypto
O detalhe chave é o timing. Essas fases não aparecem aleatoriamente. Elas se agrupam em torno de ciclos longos que tendem a se repetir ao longo de décadas. O gráfico destaca momentos passados em que o capital se afastou de ativos financeiros e se dirigiu para ativos reais ligados à produção e ao abastecimento.
Mason aponta 2026 como um ponto onde o modelo sugere outra transição. Não uma previsão de topo de mercado. Uma previsão de rotação.
Por que Energia e Infraestrutura São Importantes Aqui
A lista de Mason é deliberada:
Petróleo e gás fornecem energia real, não narrativas
Eletricidade está no centro das economias modernas e já está sob pressão
Uranium apoia a energia de base que as renováveis não podem substituir
Cobre limita a eletrificação e a expansão da rede
Fertilizantes ligam energia diretamente ao abastecimento de alimentos
Infraestrutura sustenta tudo o que está acima
Estes setores compartilham três características que Mason valoriza. Geram caixa. Estão próximos dos mínimos do ciclo em relação aos ativos financeiros. E não podem aumentar a oferta rapidamente, mesmo com preços mais altos.
Esse último ponto é o mais importante. Quando a demanda aumenta mais rápido que a oferta, o capital acompanha.
Leia também: Miners de Prata vs. Prata: Esta Proporção Está a Gritar Oportunidade
O Sinal de Proporção que Ele Destaca
Uma linha no post destaca-se: a proporção entre empresas de petróleo e mineradoras de ouro próxima de mínimos históricos. Mason observa que essa relação não permanece comprimida por muito tempo. Em ciclos passados, extremos nessa proporção surgiram perto de pontos de rotação importantes, quando o capital começou a favorecer produtores de energia em relação às coberturas tradicionais.
Isso mostra que o ouro deixou de ser o único lugar onde o capital se refugia.
Por que Esta Negociação é Silenciosa
Estes setores não são populares. São intensivos em capital, politicamente sensíveis e entediantes em comparação com narrativas de tecnologia ou cripto. É assim que geralmente parecem as fases iniciais de rotação. O capital move-se primeiro. As histórias vêm depois.
A confiança de Mason vem da repetição. Ele aponta que, publicamente, chamou máximos e mínimos importantes há mais de uma década. Esse histórico é o motivo pelo qual sua declaração sobre alocar milhões tem peso, mesmo sem símbolos de ticker anexados.
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“Não é Ouro. Não é Prata.” Por que milhões estão a investir na proteção contra a inflação real
As preocupações com a inflação têm estado em foco nos últimos anos. O ouro ocupa o palco. A prata recebe uma menção. Depois, a discussão geralmente para por aí. O analista Alex Mason argumenta que essa abordagem ignora completamente a verdadeira negociação.
No seu post recente, Mason apresentou uma visão mais ampla de proteção contra a inflação, apoiada por um gráfico de longo prazo sobre períodos de rotação de capital. A sua mensagem principal é clara: a inflação não afeta apenas os preços, ela tensiona os sistemas. E o capital tende a rotacionar para aquilo que mantém esses sistemas em funcionamento.
O que Mason Está Realmente Dizendo
Mason não está a descartar o ouro. Ele afirma explicitamente que não o está vendendo. O ouro ainda desempenha seu papel como reserva de valor. A diferença está no foco. O ouro protege as poupanças. Os ativos que ele está comprando protegem a função.
O seu quadro segue uma cadeia simples:
Energia → Eletricidade → Alimentação → Materiais
Quando o dinheiro perde credibilidade, a demanda não desaparece. Ela se desloca para os insumos que não podem ser substituídos ou escalados rapidamente. Petróleo, gás, geração de energia, urânio, cobre, fertilizantes e infraestrutura industrial estão na base dessa cadeia. Sem eles, nada mais funciona.
Por isso, ele descreve isso como uma negociação de sistema, não uma aposta em um único ativo.
A Explicação do Gráfico de Rotação de Capital
O gráfico que Mason compartilhou divide a história em fases repetidas de comportamento de capital. Ele marca três ambientes amplos:
Fonte: X/@AlexMasonCrypto
O detalhe chave é o timing. Essas fases não aparecem aleatoriamente. Elas se agrupam em torno de ciclos longos que tendem a se repetir ao longo de décadas. O gráfico destaca momentos passados em que o capital se afastou de ativos financeiros e se dirigiu para ativos reais ligados à produção e ao abastecimento.
Mason aponta 2026 como um ponto onde o modelo sugere outra transição. Não uma previsão de topo de mercado. Uma previsão de rotação.
Por que Energia e Infraestrutura São Importantes Aqui
A lista de Mason é deliberada:
Estes setores compartilham três características que Mason valoriza. Geram caixa. Estão próximos dos mínimos do ciclo em relação aos ativos financeiros. E não podem aumentar a oferta rapidamente, mesmo com preços mais altos.
Esse último ponto é o mais importante. Quando a demanda aumenta mais rápido que a oferta, o capital acompanha.
Leia também: Miners de Prata vs. Prata: Esta Proporção Está a Gritar Oportunidade
O Sinal de Proporção que Ele Destaca
Uma linha no post destaca-se: a proporção entre empresas de petróleo e mineradoras de ouro próxima de mínimos históricos. Mason observa que essa relação não permanece comprimida por muito tempo. Em ciclos passados, extremos nessa proporção surgiram perto de pontos de rotação importantes, quando o capital começou a favorecer produtores de energia em relação às coberturas tradicionais.
Isso mostra que o ouro deixou de ser o único lugar onde o capital se refugia.
Por que Esta Negociação é Silenciosa
Estes setores não são populares. São intensivos em capital, politicamente sensíveis e entediantes em comparação com narrativas de tecnologia ou cripto. É assim que geralmente parecem as fases iniciais de rotação. O capital move-se primeiro. As histórias vêm depois.
A confiança de Mason vem da repetição. Ele aponta que, publicamente, chamou máximos e mínimos importantes há mais de uma década. Esse histórico é o motivo pelo qual sua declaração sobre alocar milhões tem peso, mesmo sem símbolos de ticker anexados.