Pena máxima por violação de 8 anos! O Brasil pretende proibir algoritmos de stablecoins, e stablecoins estrangeiras serão obrigadas a serem emitidas por empresas locais

robot
Geração do resumo em andamento

O Brasil está acelerando o fortalecimento da regulamentação de stablecoins, com o Congresso a promover uma nova lei que visa proibir stablecoins baseadas em algoritmos, além de exigir que stablecoins estrangeiras sejam fornecidas por empresas autorizadas a operar localmente, lançando uma variável significativa no mercado de criptomoedas local.
(Antecedentes: Banco Central dos Emirados Árabes Unidos aprova USDU, a primeira stablecoin de liquidação compatível com o quadro regulatório)
(Complemento de contexto: Fidelity anuncia o lançamento da stablecoin em dólares FIDD! Em conformidade com os padrões de supervisão do GENIUS Act, implantada na Ethereum…)

Índice deste artigo

  • Pontos principais da legislação: stablecoins baseadas em algoritmos são listadas como objetos de proibição
  • Reserva integral como limite rígido, infratores podem enfrentar penalidades criminais
  • Regulação de stablecoins estrangeiras, aumento da responsabilidade das exchanges
  • Volume de transações de stablecoins representa 90%, impacto regulatório profundo

A regulamentação de criptomoedas no Brasil dá mais um passo crucial. Com a aprovação do mais recente relatório de projeto de lei pelo comitê do Congresso, o governo brasileiro está promovendo a proibição da emissão e negociação de stablecoins baseadas em algoritmos, ao mesmo tempo que exige que todas as stablecoins estrangeiras sejam fornecidas por empresas autorizadas a operar no Brasil, demonstrando uma postura claramente mais rígida em relação à gestão de riscos dessas moedas.

Pontos principais da legislação: stablecoins baseadas em algoritmos são listadas como objetos de proibição

De acordo com o relatório do “Comitê de Ciência, Tecnologia e Inovação” do Congresso Brasileiro, do Projeto de Lei nº 4.308/2024, será proibida a emissão ou negociação de stablecoins que utilizem mecanismos algorítmicos para manter a estabilidade de preço, como USDe da Ethena e Frax, por exemplo.

Essas stablecoins não são lastreadas por moeda fiduciária ou outros ativos tangíveis, mas dependem de códigos e mecanismos de mercado para manter a relação de paridade com o dólar ou outras moedas fiduciárias. A legislação entende que esse modelo pode falhar rapidamente em condições extremas de mercado, causando impactos em cadeia no sistema financeiro.

Reserva integral como limite rígido, infratores podem enfrentar penalidades criminais

A lei também estabelece que todas as stablecoins emitidas no Brasil devem ser totalmente apoiadas por reservas independentes e segregadas, além de reforçar os requisitos de divulgação de informações e transparência. Além disso, a lei introduz pela primeira vez responsabilidade criminal, considerando a emissão de stablecoins sem lastro como crime.

Quem violar as regras pode ser condenado a até oito anos de prisão, indicando que o Brasil está considerando stablecoins não lastreadas como uma atividade de alto risco, potencialmente configurando fraude financeira.

Regulação de stablecoins estrangeiras, aumento da responsabilidade das exchanges

Para stablecoins emitidas no exterior, mas circulando no mercado brasileiro, como USDT e USDC, a lei também impõe regras mais rigorosas. No futuro, essas stablecoins só poderão ser fornecidas por empresas autorizadas a operar no Brasil, e as exchanges deverão verificar se seus emissores cumprem com padrões regulatórios e de conformidade equivalentes aos do país.

Se as exchanges não cumprirem suas obrigações de verificação, os riscos associados serão assumidos por elas mesmas. Essa medida é vista como uma extensão da responsabilidade regulatória, que passa de um único emissor para os intermediários do mercado.

Volume de transações de stablecoins representa 90%, impacto regulatório profundo

Segundo dados da autoridade fiscal brasileira, as stablecoins atualmente representam até 90% do volume de negociações de criptomoedas no país, tornando a legislação uma influência particularmente significativa no mercado de criptomoedas como um todo. Especialistas apontam que, se a nova regulamentação for aprovada, algumas stablecoins podem ser obrigadas a sair do mercado brasileiro, além de aumentar os custos de conformidade para emissores internacionais.

Atualmente, o projeto de lei ainda precisa passar pelo “Comitê de Finanças e Tributação” e pelo “Comitê de Constituição, Justiça e Cidadania” do Congresso, antes de ser submetido ao plenário para votação, e sua eventual aprovação ainda está por ser decidida.

No entanto, a direção da legislação indica que o Brasil está se alinhando a um sistema de stablecoins de “alta reserva, alta transparência e forte regulação”, buscando promover inovação financeira ao mesmo tempo que reduz riscos sistêmicos.

ETH-7,06%
ENA-9,32%
USDE-0,08%
FRAX1,13%
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
  • Recompensa
  • Comentário
  • Repostar
  • Compartilhar
Comentário
0/400
Sem comentários
Negocie criptomoedas a qualquer hora e em qualquer lugar
qrCode
Escaneie o código para baixar o app da Gate
Comunidade
Português (Brasil)
  • 简体中文
  • English
  • Tiếng Việt
  • 繁體中文
  • Español
  • Русский
  • Français (Afrique)
  • Português (Portugal)
  • Bahasa Indonesia
  • 日本語
  • بالعربية
  • Українська
  • Português (Brasil)