De acordo com analistas da Bernstein na segunda-feira, a tese de longo prazo do bitcoin como reserva de valor permanece intacta apesar da alocação de capital mais lenta e do menor impulso do varejo em 2026. Os ETFs de bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 2,6 bilhões no acumulado de 2026, enquanto empresas de tesouraria corporativa impulsionaram aproximadamente US$ 12 bilhões em entradas, em comparação com cerca de US$ 60 bilhões em 2025.
“O fato de o bitcoin estar ‘entediando’ neste ciclo não deveria ser usado contra ele”, escreveram analistas liderados por Gautam Chhugani, observando que 61% do suprimento de bitcoin em circulação permaneceu inativo por mais de um ano, refletindo uma posse institucional mais forte em plataformas de patrimônio, fundos de pensão e fundos soberanos. O bitcoin foi negociado acima de US$ 63.000 na segunda-feira, cerca de 50% abaixo da sua máxima histórica de outubro de 2025, de US$ 126.000.