De acordo com a Fortune, o Bitcoin caiu para cerca de US$ 63.000 — aproximadamente metade da sua máxima histórica de US$ 126.000, atingida em outubro de 2021 — à medida que o mercado entra em uma fase de urso profunda. Analistas do setor atribuem a queda a três fatores principais: o ciclo de mercado de quatro anos típico do Bitcoin, a inflação macroeconômica elevada reduzindo as expectativas de cortes de juros e o aumento das liquidações por alavancagem nos mercados de derivativos.
Apesar da fraqueza no curto prazo, alguns analistas continuam otimistas. Adrian Fritz, estrategista-chefe de investimentos da 21Shares, espera que o Bitcoin atinja o fundo neste verão e recupere em direção a US$ 100.000 até o fim do ano, citando uma possível mudança para uma política monetária mais acomodatícia e o alívio das tensões geopolíticas. O chefe de pesquisas da Grayscale, Zach Pandl, estima um piso no curto prazo em torno de US$ 58.000, com a direção futura dependendo da política do Federal Reserve, das compras corporativas de Bitcoin e dos desdobramentos da regulamentação de cripto nos EUA.