De acordo com o Bitcoin.com News e o promotor Héctor Barros, as autoridades chilenas prenderam 18 pessoas na terça-feira após uma investigação de dois anos descobrir uma rede de lavagem de dinheiro de criptomoedas no valor de US$ 88 milhões ligada à gangue venezuelana Tren de Aragua. A operação, realizada em três regiões pela polícia chilena e pelo Ministério Público do Sul, revelou que Juan Carlos Pérez Asencio, cidadão venezuelano empregado como executivo de recuperação no Banco Santander desde 2019, facilitou grandes transações para o grupo ao abrir várias contas bancárias. Recursos do tráfico de drogas, extorsão e sequestros foram processados por empresas de criptomoedas e transferidos para o exterior.
Durante a operação, as autoridades bloquearam mais de 140 contas bancárias e apreenderam $300K em ativos. Barros afirmou que este foi "um dos maiores casos de lavagem de dinheiro que vimos no nosso país, ligado ao Tren de Aragua" e acrescentou: "Eu diria que é a primeira vez que os atingimos onde mais dói: seus ativos."