De acordo com uma política governamental anunciada em 8 de julho de 2026, a Coreia do Sul exigirá que empresas listadas no KOSPI com ativos de 10 trilhões de won ou mais divulguem riscos climáticos relacionados, impactos financeiros e emissões de gases de efeito estufa a partir de 2028. A estrutura obrigatória de divulgação climática, mais rigorosa do que as propostas iniciais, será ampliada para empresas com 5 trilhões de won em ativos até 2029, abrangendo mais de 3.000 empresas, incluindo subsidiárias. A verificação por terceiros será obrigatória a partir de 2030.
A medida se alinha às práticas globais de private equity. Grandes empresas de PE, incluindo EQT e Carlyle, já incorporaram riscos climáticos físicos na diligência de investimentos e nas estruturas de avaliação, com a EQT coletando dados climáticos de mais de 23.000 ativos de infraestrutura desde 2024. O Serviço Nacional de Pensões da Coreia, o maior LP dos mercados domésticos de PE, vai fortalecer os critérios de avaliação ESG para gestores de fundos e atribuir “tags ESG” a operadores que incorporam ativamente considerações climáticas, influenciando diretamente as avaliações dos GPs.