

No universo das criptomoedas, a comparação entre DGRAM e IMX tornou-se um tema de destaque para investidores atentos. Estes dois projetos apresentam diferenças marcantes em termos de capitalização de mercado, áreas de aplicação e evolução dos preços, assumindo posições distintas no ecossistema dos criptoativos.
DGRAM (Datagram Network): Lançado em 2024, posiciona-se como um protocolo descentralizado de infraestrutura de dados, concebido para suportar a próxima geração de redes DePIN (Decentralized Physical Infrastructure). Proporciona uma estrutura unificada para monitorização de uptime, encaminhamento de dados e validação de atividade real on-chain.
IMX (Immutable): Surgido em 2021, o Immutable consolidou-se como uma solução de escalabilidade Layer 2 para NFT na Ethereum, oferecendo transações instantâneas, elevada escalabilidade e zero taxas de gás para criação e negociação de NFT, mantendo a segurança da rede.
Este artigo apresenta uma análise abrangente do valor de investimento de DGRAM face ao IMX, incluindo a evolução histórica de preços, mecanismos de oferta, adoção institucional, ecossistema tecnológico e perspetivas futuras, procurando responder à principal questão dos investidores:
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Disclaimer
DGRAM:
| Ano | Preço Máximo Previsto | Preço Médio Previsto | Preço Mínimo Previsto | Variação de Preço |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | 0,000186548 | 0,0001252 | 0,00007512 | -5 |
| 2027 | 0,00017613762 | 0,000155874 | 0,00011067054 | 18 |
| 2028 | 0,0002357282502 | 0,00016600581 | 0,000149405229 | 25 |
| 2029 | 0,000216936392508 | 0,0002008670301 | 0,000102442185351 | 52 |
| 2030 | 0,000248593036451 | 0,000208901711304 | 0,00013787512946 | 58 |
| 2031 | 0,000240184742571 | 0,000228747373877 | 0,000144110845543 | 73 |
IMX:
| Ano | Preço Máximo Previsto | Preço Médio Previsto | Preço Mínimo Previsto | Variação de Preço |
|---|---|---|---|---|
| 2026 | 0,2249751 | 0,15099 | 0,1374009 | 0 |
| 2027 | 0,2124202815 | 0,18798255 | 0,1597851675 | 24 |
| 2028 | 0,212213500695 | 0,20020141575 | 0,132132934395 | 32 |
| 2029 | 0,249511024449225 | 0,2062074582225 | 0,150531444502425 | 36 |
| 2030 | 0,266595312362959 | 0,227859241335862 | 0,141272729628234 | 50 |
| 2031 | 0,28925591391381 | 0,24722727684941 | 0,23486591300694 | 63 |
DGRAM: Pode atrair investidores que procuram exposição a protocolos DePIN inovadores e estão dispostos a aceitar maior volatilidade. O ativo registou flutuações acentuadas, com queda superior a 99,34% face ao máximo, refletindo um perfil de risco elevado que pode ser mais adequado a estratégias especulativas do que a uma alocação central de portefólio.
IMX: Apresenta maior maturidade, com histórico desde 2021 e posicionamento consolidado no segmento Layer 2 dedicado a NFT. Apesar da queda de cerca de 98,41% desde o máximo, mantém-se como uma referência entre projetos de escalabilidade de NFT.
Investidores conservadores: Deverão considerar exposição mínima a ambos os ativos, face ao atual contexto de medo extremo no mercado (Fear & Greed Index: 9). Caso exista alocação, um modelo prudente poderá ser DGRAM: 5-10% e IMX: 10-15% da componente cripto do portefólio, reservando o restante para ativos mais sólidos.
Investidores agressivos: Poderão admitir DGRAM: 15-25% e IMX: 20-30% dentro da exposição a criptoativos, tendo consciência da volatilidade extrema observada.
Ferramentas de cobertura: Reservas em stablecoins para rebalanceamentos, estratégias com opções (quando disponíveis) e diversificação entre vários ecossistemas blockchain contribuem para a mitigação do risco.
DGRAM: Demonstra volatilidade extrema, com volume de 38 214,97$ em 24 horas, refletindo liquidez limitada. A descida recente de 0,02$ para 0,000132$ traduz uma realização significativa de perdas, pelo que a dimensão das posições deve ser cuidadosamente ajustada.
IMX: Apesar da descida acentuada, mantém volume de negociação superior (973 223,75$), indicando liquidez mais robusta. A volatilidade permanece elevada, com o preço atual ainda longe dos máximos de novembro de 2021 (9,52$).
DGRAM: Como protocolo recente, lançado em 2024, a robustez da rede e a escalabilidade a longo prazo carecem de validação ao longo do tempo. Dependências de infraestrutura e riscos técnicos da arquitetura DePIN exigem acompanhamento atento.
IMX: Soluções Layer 2 apresentam riscos próprios, como herança de segurança das camadas base, vulnerabilidades em pontes cross-chain e desafios de atualização de rede. A dependência da infraestrutura Ethereum é um fator técnico adicional.
Os quadros regulatórios globais continuam a evoluir, com abordagens distintas entre jurisdições que podem impactar ambos os ativos de modo diferenciado. Soluções Layer 2 e protocolos de infraestrutura podem enfrentar desafios específicos à medida que se definem modelos de classificação. É fundamental acompanhar os desenvolvimentos legais nos mercados relevantes, pois os impactos concretos para estes ativos permanecem incertos.
DGRAM: Posiciona-se como aposta emergente em infraestrutura DePIN, com elevada volatilidade e histórico de negociação restrito. As previsões apontam para cenários de potencial recuperação, mas o desempenho passado revela capacidade significativa de realização de perdas.
IMX: Representa uma solução consolidada de escalabilidade Layer 2 para NFT, com percurso mais longo e liquidez superior. As previsões a médio e longo prazo indicam potenciais fases de consolidação, embora se mantenha distante dos máximos históricos.
Investidores iniciantes: Face ao medo extremo e à volatilidade elevada de ambos os ativos, a exposição inicial ao mercado cripto deve privilegiar ativos mais sólidos, com maior liquidez e histórico. Se ainda assim houver alocação, esta deve ser mínima, antecedida de investigação profunda e avaliação rigorosa do perfil de risco.
Investidores experientes: Poderão adotar posições táticas de acordo com o perfil de risco e objetivos de diversificação. O histórico do IMX e a maior liquidez favorecem quem privilegia projetos estabelecidos, enquanto o DGRAM poderá interessar a quem explora protocolos inovadores. O dimensionamento das posições deve ser ajustado ao risco global do portefólio.
Investidores institucionais: A tomada de decisão exige análise rigorosa das soluções de custódia, liquidez, enquadramento regulamentar e protocolos de gestão de risco. Ambos os ativos apresentam perfis de risco-retorno distintos, exigindo avaliação aprofundada face às diretrizes institucionais.
⚠️ Divulgação de Risco: O mercado de criptomoedas apresenta volatilidade extrema. Ambos os ativos analisados registaram perdas superiores a 98% face aos máximos históricos. Esta análise não constitui aconselhamento de investimento. É fundamental realizar pesquisa independente, aferir o perfil de risco individual e, se necessário, consultar profissionais financeiros qualificados antes de investir.
P1: Qual a principal diferença entre DGRAM e IMX em termos de casos de uso?
O DGRAM centra-se em redes de infraestrutura física descentralizada (DePIN), atuando como protocolo de infraestrutura de dados, enquanto o IMX é especializado na escalabilidade de NFT como solução Layer 2 na Ethereum. O DGRAM, lançado em 2024, visa disponibilizar uma estrutura unificada para monitorizar uptime, encaminhar dados e validar atividade real on-chain em redes de nova geração. Por sua vez, o IMX, lançado em 2021, está orientado para o universo NFT, oferecendo transações instantâneas, elevada escalabilidade e zero taxas de gás para criação e negociação, mantendo as garantias de segurança da Ethereum.
P2: Como se comparam os níveis de liquidez atuais entre DGRAM e IMX?
O IMX revela liquidez muito superior, com volume de negociação cerca de 25 vezes acima do DGRAM. Em 6 de fevereiro de 2026, o IMX registou um volume de 973 223,75$ em 24 horas, enquanto o DGRAM ficou pelos 38 214,97$. Esta diferença significativa indica que o IMX oferece maior profundidade de mercado e facilidade de entrada e saída, ao passo que a liquidez reduzida do DGRAM pode originar maior slippage e dificultar operações de maior dimensão sem impacto relevante no preço.
P3: Qual dos ativos registou maior queda desde o máximo histórico?
O DGRAM sofreu uma descida ligeiramente superior, de cerca de 99,34% desde o máximo, face aos 98,41% do IMX. O DGRAM atingiu o máximo de 0,02$ a 19 de novembro de 2025, descendo para 0,000132$, enquanto o IMX foi de 9,52$ a 26 de novembro de 2021 para 0,15113$. Apesar de a diferença percentual ser marginal, ambos atravessaram correções acentuadas, refletindo as condições adversas do mercado, ilustradas pelo Fear & Greed Index nos 9 pontos (Medo Extremo).
P4: Quais as previsões de preço para ambos os ativos em 2030?
Para 2030, o cenário base do DGRAM aponta para 0,00013787512946$ a 0,000208901711304$, sendo o cenário otimista até 0,000248593036451$. Para o IMX, o cenário base prevê 0,141272729628234$ a 0,227859241335862$ e o otimista atinge 0,28925591391381$. Estas previsões sugerem potenciais fases de recuperação, mas o historial de volatilidade implica risco substancial. As projeções devem ser consideradas com cautela.
P5: Como devem os investidores conservadores gerir a exposição a DGRAM e IMX?
Deverão privilegiar uma exposição mínima, tendo em conta o atual contexto de medo extremo. Se optarem pela alocação, um modelo prudente poderá ser DGRAM: 5-10% e IMX: 10-15% da componente cripto do portefólio, privilegiando ativos mais estabelecidos para o restante. O peso inferior do DGRAM reflete maior volatilidade, histórico mais curto e liquidez reduzida. O IMX, com maior trajetória e volumes, pode justificar uma percentagem ligeiramente superior em perfis conservadores.
P6: Que riscos técnicos devem ser ponderados em cada projeto?
O DGRAM enfrenta riscos associados à arquitetura DePIN, incluindo a robustez da rede a longo prazo e dependências de infraestrutura que só poderão ser validadas com mais tempo de operação. O IMX enfrenta desafios próprios das soluções Layer 2: herança de segurança da Ethereum, vulnerabilidades em pontes cross-chain e dificuldades de coordenação em atualizações de rede. Ambos apresentam riscos de dependência — o DGRAM do sucesso do ecossistema DePIN e o IMX da evolução da Ethereum.
P7: Qual o ativo mais indicado para quem procura exposição ao ecossistema NFT?
O IMX foi concebido para este fim, sendo uma solução Layer 2 dedicada ao universo NFT. Desde 2021, o IMX resolve desafios como taxas de gás elevadas, limitações de escalabilidade e velocidade na Ethereum, oferecendo transações instantâneas e zero taxas de gás para minting e trading, mantendo a segurança da rede. O DGRAM direciona-se para infraestrutura física descentralizada, não sendo a opção direta para exposição ao segmento NFT.
P8: Que condições de mercado poderão favorecer o DGRAM face ao IMX no futuro?
O DGRAM poderá beneficiar em contextos de maior adoção e desenvolvimento do setor DePIN. À medida que crescem as aplicações práticas de monitorização de uptime, encaminhamento de dados e validação de atividade física on-chain, o posicionamento especializado do DGRAM poderá captar interesse. O seu valor de mercado e preço atuais oferecem potencial de valorização percentual superior, caso o projeto execute a sua estratégia, embora tal envolva risco acrescido devido ao histórico operacional e liquidez reduzidos face ao IMX.











